Mulheres relacionamento a longo prazo

Um relacionamento tem uma série de fatores que trabalha em conjunto para ajudar a manter um relacionamento vivo por um período mais longo. Para ter um relacionamento de longo prazo que você deve ter para construir um vínculo forte e uma grande confiança entre vocês dois. Se você amar uns aos outros, em seguida, nada é impossível. 7 Bar Refaeli - Relacionamento de longo prazo que define o padrão para outras loiras. Bar Refaeli e Leonardo DiCaprio conseguiram sustentar seu relacionamento por cinco anos, o que é muito tempo em Leo. Os dois datavam de 2006-2011 e parecia que Leo finalmente encontrou 'o Um'. Se o seu relacionamento é de longo prazo, as mulheres também devem ter a chance de tomar decisões importantes, então tenha isso em mente ao namorar uma mulher mais nova. A maioria das mulheres gosta quando podem dar uma opinião sobre qualquer decisão tomada no relacionamento e se essa decisão é reconhecida, como homem você também tem ... Você já teve alguns relacionamentos ruins no passado, o que deixou você confuso sobre quais tipos de mulheres evitar em um relacionamento de longo prazo? Como homens, é muito fácil assumir que as mulheres são o que vemos do lado de fora. Mas em um relacionamento de longo prazo, o tamanho médio preferido foi de 16 centímetros de comprimento e de 12,2 de circunferência, ligeiramente menores que os de encontros casuais. O estudo foi publicado na revista “PLOS One” e, ainda de acordo com ele, as estimativas de preferências de pênis ereto sugerem que as mulheres preferem ... relacionamento de longo prazo com um casado . Se uma mulher quer contra todas as probabilidades para salvar relacionamento de longo prazo com um homem casado, aconselhamento psicológico vai ajudá-la a aprender algumas regras que têm de ter a certeza de executar. Nunca critique sua amada esposa. Mas em um relacionamento de longo prazo, o tamanho médio preferido foi de 16 centímetros de comprimento e de 12,2 de circunferência, ligeiramente menores que os de encontros casuais. O estudo foi publicado na revista “PLOS One” e, ainda de acordo com ele, as estimativas de preferências de pênis ereto sugerem que as mulheres preferem ...

HAPPN PARA CASADOS

2020.07.16 16:52 fobygrassman HAPPN PARA CASADOS

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Happn App para Casado. Infidelidade simplificada De uma dona de casa traidora real
DESCUBRA O APLICATIVO TRAIÇÃO MELHOR QUE A FELICIDADE Hoje em dia, com o Happn e outros aplicativos de namoro sendo usados, as mulheres estão mais abertas a encontrar parceiros on-line e a ter relacionamentos casuais e uma noite só ”
Mas e se você for casado ou noivo?
Você ainda pode usar o Happn?
A RESPOSTA É NÃO. Não use o aplicativo Happn se você é casado, você será pego 100%
Se você deseja que o Happn já esteja lá antes de se casar, leia isso! Porque existe um aplicativo Happn anônimo projetado para pessoas casadas. Happn requer seu perfil no Facebook. A Happn usa seu perfil pessoal do Facebook para criar seu perfil na Happn !! A Happn USA SEU NOME E IDADE NO FACEBOOK! Além disso, o Happn é tão amplamente usado, mesmo que você decida se inscrever na sua conta do Facebook, seria apenas uma questão de tempo até que um dos amigos solteiros de sua esposa o veja no Happn e o expulse. Você não pode carregar fotos discretas no Happn e espera se envolver com nenhuma mulher, porque existem milhões de homens com fotos de rosto inteiro com as quais você está competindo. Então, isso significa que, se você é casado ou noivo, não pode usar o happn app? Felizmente, existe um "Happn casado" e é assim que funciona
ASHLEY MADISON É UM PEDIDO PARA TRAIDORES CASADOS QUE FUNCIONAM EXATAMENTE COMO A HAPPN APP. Ashley Madison foi criada exclusivamente para traidores. Uma grande porcentagem de usuários é casada e há "destruição mutuamente garantida". Ou seja, se alguém o vê no Ashley Madison (Happn por trapaça), ele não o denuncia, pois precisaria explicar por que ele estava no site. Ashley Madison funciona perfeitamente no seu telefone da mesma maneira que a Happn. Você pode ver os usuários próximos a você ajustando o raio da pesquisa. O Happn para casais tem recursos adicionais que o Happn não possui, criados para mantê-lo 100% seguro e discreto. Ashley madison permite que você se inscreva sem verificação de e-mail, o que significa que você pode dizer que outra pessoa usou seu e-mail e que você não tinha ideia. A Happn obriga a usar seu perfil do Facebook com seu nome real e idade no seu perfil. Ashley Madison possui um assistente de foto que permite colocar uma máscara no rosto ou desfocar a imagem para que você não possa ser identificado. Os usuários de Ashley madison são muito mais compreensivos quando você tem apenas fotos discretas disponíveis. Se você tentasse isso no seu Happn, obteria zero correspondências. Ashley Madison também oferece uma galeria privada onde você pode armazenar suas fotos e conceder e revogar o acesso aos usuários a qualquer momento. No Happn, todas as suas fotos podem ser visualizadas ... por qualquer pessoa ... a qualquer momento! Ashley Madison tem um site para dispositivos móveis muito rápido, para que você não precise baixar um aplicativo para o seu telefone. Isso é especialmente útil para pessoas cujos parceiros geralmente têm acesso ao telefone. O Happn é apenas um aplicativo que você precisa baixar para o seu telefone. Ashley Madison é 100% grátis para mulheres, o que garante uma base de usuários feminina ativa e envolvente. Happn cobra homens e mulheres.
Se você quer toda a diversão e emoção de Happn, mas é casado ou tem um relacionamento, você definitivamente deveria tentar Happn for Married: Ashley Madison.
O QUE É A GERAÇÃO "HAPPN"? Devido a aplicativos como o Happn e outros, as mulheres são mais promíscuas do que nunca.
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A "GERAÇÃO HAPPN" É AGORA A FAIXA ETÁRIA DOS RECÉM-CASADOS. As mulheres que usaram o Happn entre 20 e 30 anos de idade estão casadas há anos e “o período da lua de mel está acabado. Eles estão ficando insatisfeitos e querem um caso. Muitos de meus amigos que usaram o Happn estão agora, casados, noivos ou em relacionamentos de longo prazo; Adeus Happn diversão e Olá compromissos de longo prazo.
ELES SÃO NOSTÁLGICOS POR SUA JUVENTUDE SEXY Agora sou um dos meus únicos amigos que ainda são solteiros e posso honestamente admitir que meus amigos casados ​​(especialmente aqueles que estão casados ​​há muito tempo) sempre me dizem como tenho sorte e o quanto eles sentem falta da diversão de encontros on-line. Happn para casados
A LUA DE MEL ACABOU Depois de um tempo casado, o sexo e a paixão desaparecem. Todos os meus amigos dizem que sentem falta da validação e do entusiasmo que têm de combinar caras atraentes. O Happn não é mais uma opção Todos os meus amigos casados ​​dizem que adorariam usar os aplicativos de namoro novamente. No entanto, se o fizessem, seus maridos descobririam muito rapidamente. A Happn e outras aplicações usam o facebook para gerar seu perfil. Happn mostra amigos em comum, seu nome, idade. Sites como ashley madisn estão vendo um grande aumento de usuários e um grande aumento de mulheres. Os aplicativos de conexão Happn e similares se tornaram um campo de treinamento para mulheres. Eles são treinados na arte do sexo casual e do namoro on-line e procuram ter encontros infiéis agora!
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2020.07.16 16:28 fobygrassman ENCONTRE MULHERES CASADAS, PORÉM CARENTES ESTA NOITE

ENCONTRE MULHERES CASADAS, PORÉM CARENTES ESTA NOITE Descubra como acessar e conhecer mulheres casadas porém carentes em apenas 10 minutos
Casadas Carentes: As 5 melhores maneiras de conhecer casadas carentes em menos de 2 horas Escrito por uma dona de casa traidora real.
Casadas carentes são mulheres presas em relacionamentos de longo prazo não satisfeitas com o atual companheiro. O marido não a dá a atenção que ela merece, não a faz se sentir sexy, desejada, ou como um dia a fez sentir. Ela carece afeto, tesão, ou mimos. Elas sentem falta destas coisas, e tem desejos de procurar homens que ajudem a satisfazer estas necessidades para ela.
O QUE FAZ UMA MULHER CASADA SER CARENTE?
Há vários fatores que levam ao sentimento de carência de mulheres que conseguiram se manter em relacionamentos por tempos prolongados. Alguns destes fatores são:
• Vida sexual insatisfatória, onde não há tesão ou paixão. O marido não se preocupa com o que a mulher sente, só pensa em si, sem romance, sem preliminares, e sem posições diferentes. Parece um ato que tem como finalidade apenas fazer o marido se satisfazer, depois virar para o lado e dormir. • O homem não parece mais ter tempo para a esposa. Trabalha muito, chega em casa tarde, e está cansado demais para qualquer coisa nova, diferente ou divertida. Arruma tempo para jogar futebol com os amigos no final de semana, vai a bares com os colegas depois do serviço e chega em casa tarde e vai direto para a cama. A mulher não se sente mais importante.
• Não é tratada bem pelo marido. Não é apenas deixada de lado, mas ainda é ofendida por certas atitudes do marido. Ele briga, xinga e a ofende. Não a respeita, como deveria, e ela sente aquela vontade de sentir aquilo que um dia ele ofereceu: carinho e afeto.
• Ela quer novidade. Ela ficou com o mesmo homem por muito tempo, e já sabe tudo que ele faz e vai fazer. Na cama é tudo rotina, o beijo é sempre o mesmo, a cama é sempre a mesma, as personalidades são sempre as mesmas. Ela só quer sentir alguma coisa diferente depois de tantos anos, precisa de algo que a lembre que está viva.
COMO CONHECER CASADAS CARENTES?
Agora que você sabe como casadas carente se sintam, você deve estar se perguntando como conseguir encontrar uma, para a ajudar a satisfazer suas necessidades. Será que há algum lugar onde elas ficam mais concentradas, dispostas a serem abordadas por um estranho? Será que dá para encontrar alguma em algum bar pela cidade, pronta para ser conquistada? Boa sorte, mas isto vai ser difícil desta maneira.
Mulheres nesta situação, mesmo que carentes e com vontade de experimentar coisas novas, ela não quer se colocar em posições comprometedoras ou em risco de ser pega ou descoberta pelo seus maridos. Elas geralmente são mais tímidas, e não teriam tanta coragem, pois são mulheres que geralmente estão em relacionamentos com mais de 5 anos, e está fora do jogo de namoro há muito.
Mas vamos dizer que ela tivesse a coragem de ir na cidade e ir para algum bar, para ver se algum homem a abordasse. Como você distinguiria uma casada carente e uma que simplesmente quer se divertir no bar com as amigas, ou apenas beber. É muito risco para você como um homem abordar uma mulher de aliança.
Existe um local perfeito para encontrar casadas carentes: Ashley Madison. Site reconhecido internacionalmente como melhor ferramenta de traição.
ASHLEY MADISON
O que a Ashley Madison oferece que outras alternativas não oferecem para encontrar casadas carentes? Será que casadas carentes realmente usariam um site deste?
A Ashley Madison é uma gigante no oferecimento de oportunidades para traição. Já reuniu mais de 50 milhões de usuários em todo mundo, um dos sites mais populares do mundo. Isto não é só no mundo, no Brasil também tem uma presença muito grande, chegando a quase 2 milhões de usuários, esperando outros 1 milhão até 2020.
Tem duas coisas que a Ashley Madison oferece que garante a vinda de casadas carentes. Primeiramente é a discrição. Como foi explicado anteriormente, mulheres nesta posição não querem ser colocadas em situações comprometedoras, nem em risco desnecessário. A Ashley Madison tem múltiplas ferramentas inovadoras que oferecem uma discrição garantida como: não precisar confirmar seu e-mail no cadastro, assistente de fotos patenteado que permite borrar fotos públicas, permitindo a visualização de uma galeria privada a apenas pessoas que elas concederem acesso, podendo ser revogado a qualquer momento.
Outra coisa muito atraente a mulheres é o custo para elas. A Ashley Madison concede acesso gratuito às mulheres. Elas tem acesso a toda função do site, sem ter que pagar. É óbvio que isso chamaria a atenção de casadas carentes. Elas não teriam que justificar gastos a seus maridos posteriormente.
DICAS PARA CONHECER CASADAS CARENTES NA ASHLEY MADISON
Segue as seguintes dicas, e você vai se ver encontrando múltiplas mulheres desejando atenção ou outras coisas que você pode oferecer a elas.
  1. Inscreva-se! Uma ferramenta reconhecido pelo mundo todo como forma eficiente de encontrar parceiros para traição. Junte-se a Ashley Madison e tenha acesso a uma multidão de mulheres casadas e carentes.
  2. Navegue pelo site, e por todas as mulheres no site, procurando alguma que te interesse. Veja o perfil dela e inicie uma conversa, de forma adequada, gentil e cavaleira. Não seja agressivo, nem estranho, nem genérico. Deixe claro suas intenções e a dá a atenção que ela carece. Preste atenção no que ela diz e o que ela deseja, e a partir das reações dela, vê como pode prosseguir. Se quiser deixar a conversa mais sexual, tenha moderação. Não comece de forma sexual, vai elevando o calor da conversa de forma gradual, sempre levando em consideração a reação dela.
  3. Monte um perfil decente. Dedique bastante tempo a seu perfil, ele será uma das primeiras impressões dela de você. Quanto mais tempo e atenção der ao seu perfil, maior a chance de casadas carentes se interessarem em você.
Agora que você sabe como encontrar e conhecer mulheres casadas carentes perto de você, entra na Ashley Madison e encontre uma em até 10 minutos!
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2020.07.16 16:22 fobygrassman ENCONTRE MULHERES CASADAS PORÉM CARENTES em menos de 2 horas e desfrute de um caso esta noite e curta um caso agora!

5 Maiores Razões Mulheres Casadas Traem & Como Conhecê-las De uma dona de casa traidora real
Como uma mulher casada há mais de 7 anos e que “pulou a cerca” várias vezes, fui convidada a escrever este artigo e fornecer algumas idéias para vocês, curiosos sobre o que faz com que uma mulher casada traia e como vocês podem seduzi-las.
As mulheres casadas traem por muitas das mesmas razões que os homens casados traem; Elas são felizes em certas partes do casamento e muito infelizes em outras.
Maiores Razões Mulheres Casadas Traem: 1. Seu marido não a faz mais se sentir sexy / desejável. Depois do meu terceiro ano de casamento, encontrei meu marido e eu “familiarizados de mais” um com o outro. Eu percebia que ele não olhava para mim da mesma forma que ele costumava, com luxúria e desejo, apesar de estar muito mais em forma agora que quando nos casamos.E me vi procurando homens que me olhassem como meu marido quando nos conhecemos.
  1. Quer explorar desejos sexuais (kinks) aos quais ela era imatura demais ou desconhecia em sua juventude. Casei aos 25 anos e, para ser sincera, eu era relativamente inexperiente sexualmente. Eu tive alguns relacionamentos de longo prazo antes do meu marido, mas éramos jovens e o sexy era baunilha, e eu era jovem demais para realmente saber que tipo de “kinks” eu gostava naquela idade. Agora estou casada há 6 anos e o pensamento de fazer meu marido explorar essas fantasias sexuais parece impossível.
  2. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Depois do meu primeiro filho, notei uma queda imediata no sexo e na intimidade, mas isso é de se esperar. No entanto, faz três anos desde então e a intimidade nunca se recuperou. Ele vê eu como uma cuidadora e uma mãe em vez de um ser sexual agora, e é sua perda. Até perdi o peso da gravidez o mais rápido possível e voltei imediatamente à academia, na esperança de que ele aumentasse a vida sexual novamente.
  3. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Nas raras ocasiões em que meu marido inicia a intimidade, geralemnte é apressado e unilateral, e geralmente sem preliminares; tenho certeza que é bom para ele, mas não me satisfaz. Isso me faz sentir como uma “ferramenta” para ele ter orgasmo e tenho certeza que ele percebe que não estou entusiasmada.
  4. Sem paixão, sem excitação, sem emoção. Quando a gente fica íntimo, é sempre em casa, na cama e provavelmente planejado. Quero experimentar lugares novos e emocionantes, ao ar livre, etc. Quero um homem que rasgue minhas roupas no segundo em que chegarmos ao quarto do hotel.
Como atraí-las: 1. Lembre-se de que as mulheres casadas que procuram casos online começam aos poucos e ficam nervosas, excitadas e inseguras. Portanto, comece devagar e deixe-as saber que você pode se relacionar.
  1. Faça-a sentir-se desejável, porque o marido não faz. Comece com um elogio sobre uma de suas fotos ou seu perfil.
  2. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  3. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  4. Planeje algo emocionante com ela para que ela se comprometa com a reunião. Não precisa ser grande, mas talvez uma nova cafeteria popular ou uma livraria. O fato de você se reunir em segredo é suficiente para tornar a reunião tentadora.
Sites de namoro de casados ​​como Ashley Madison oferecem aos usuários um lugar seguro e discreto para interagir com pessoas com a mesma ideia em um ambiente livre de julgamento. Sites como Ashley Madison tiraram a maior parte do risco e suposições do flerte de casados e provaram ser uma alternativa mais segura aos antigos casos no trabalho.
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2020.05.29 23:52 Kukuren Sobre como homens são vistos, e como o mau comportamento masculino de vários desvaloriza o gênero como um todo.

TL;DR:
Homens se jogam demais em cima das mulheres, se desvalorizam assim e deixam homens realmente conscientes sem esperança de relacionamentos.
A famosa frase : "D**k is abundant and low value." Infelizmente a maioria dos homens (eu também sou homem) se coloca em uma posição de baixo valor frente às mulheres por meio de comportamentos que reduzem seu valor diante delas.
Atiram para todo lado, usam todo tipo de cantada e estratégia manjada, agem de forma forçada e falsa, humilham amigos quando na frente de uma mina em que estão interessados, usam álcool para "se soltar", isso sem falar no machismo e misoginia direcionados às moças frente a uma rejeição. Agem de forma vazia e sem um pingo de consciência individual e coletiva, se oferecendo, se humilhando, tudo pra conseguir levar alguma mulher pra cama, seja a curto prazo nas famosas "ficadas" ou a longo prazo.
Nem preciso falar que já desisti de ir atrás de alguém pra namoro ou casamento. Pois tem tanto mané se atirando na mulherada lá fora que acabam ofuscando bons homens e manchando sua imagem. E eu não estou falando que sou um bom homem ou tentando me colocar como exceção. Longe disso, não me considero nem de longe alguém que seria ou sequer será digno de ser amado na vida. Estou aqui fazendo esse desabafo/argumento/observação pra ver se alguém se sente do mesmo jeito que eu. Conselhos são bem vindos.
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2020.05.07 04:34 PossivelmenteNormal Sinto que a vida geralmente está me levando e eu não tenho controle sobre ela

Especialmente no campo dos relacionamentos. Desde os 20 anos venho namorando muito. Por característica minha, consigo conversar bem com as mulheres e desconto um pouco da minha eterna baixa auto-estima, o que faz com que eu consiga ter relacionamento com pessoas legais.
Só que de repente eu me vejo sendo levado na direção que não quero e agora, com mais de 30, tenho medo de mudar a minha vida. Estou num relacionamento de quase 2 anos, morando com uma pessoa com quem dividia o sonho de ir morar fora do país no começo do ano que vem. Tudo mudou com o covid e agora estamos fazendo planos mais "longo prazo", tipo financiar um carro ou até construir casa. Pior é que eu até estou numa fase de me interessar por isso e por filhos também mas ela tem um sério problema de saúde que torna a gravidez problemática e perigosa.
De qualquer forma, tenho ficado cada vez mais cansado dentro da relação. Ela é uma pessoa excelente, bom coração, uma companheira única mas diversas vezes já me perguntei por que é que estou com ela por que eu, na verdade na verdade, nunca me senti extremamente atraído por ela e nosso relacionamento foi acontecendo como uma sucessão de encontros e fomos acontecendo.
Pra piorar, na mesma época que comecei a sair com ela eu tinha saído com uma mulher de uma cidade a cerca de 1 hora da minha. Eu gostava muito de falar com ela, era simpática e tudo mais mas quando cheguei lá vi que ela era bem mais gordinha do que falava e do que as fotos mostravam. BEM MAIS. Ainda sim fiquei lá com ela, não por dó ou "pra não perder a viagem" e sim porque a conversa foi agradável e me senti a vontade pra isso, mas resolvi não investir na relação. A achava bonita, uma ruiva muito bonita, mas não era meu tipo físico e também tinha uma filha. Ou seja, um pacote caro demais pra mim. Recentemente a vi no instagram 47kg mais magra e primeiro me senti um lixo por dispensar ela considerando ser gordinha um dos motivos e depois por imaginar que uma mulher daquelas (absolutamente deslumbrante) já tinha sido apaixonada comigo.
Entrei no Tinder mas estou com nome falso em cidades longe. Não levo adiante nem faço promessas mas conversar com gente diferente me faz sentir melhor. Ao mesmo tempo eu lembro dos tempos de solteiro em que eu tinha relações meramente físicas (o que eu odeio) ou ficava sozinho, geralmente bebendo demais.
Não consigo pensar em mim mesmo nesse momento como outra coisa a não ser um barco sem motor, no meio de um oceano turbulento, sendo levado pela maré, sem força pra mudar e sem remos pra trocar o curso.
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2020.03.06 02:14 dlfinches Começar um relacionamento antes de mudar de país.

Acabei de vir morar em outro continente e mal tenho conseguido focar no aqui e agora.
Cinco semanas antes de me mudar comecei a sair com uma moça, ela é sensacional. Sensível, cheia de ternura, extremamente inteligente, antenada, linda, eclética e com um nível de inteligência emocional raro.
Nessas cinco semanas nós passamos muito tempo juntos, todos os finais de semana e algumas vezes durante a semana também, passei quase duas semanas na casa dela, enquanto preparava documentos para ir viajar.
O nível de sintonia que a gente teve é de outro mundo. Nossos encontros, nossas conversas à noite, as madrugadas em claro, a troca de mensagens, os telefonemas, a química... ahhh foi sensacional.
Nos conhecemos tão intimamente, dividimos tantas coisas: desejos, perspectivas, medos, inseguranças, traumas...
Na segunda semana ela deixou meio claro que estava sentindo coisas bem fortes por mim, na terceira semana já tínhamos dito que nos amávamos. Na quarta estávamos namorando.
Foi uma coisa tão intensa e profunda, mas não consigo descrever mais tanto porque teria que olhar as mensagens que trocamos e relembrar me dói muito agora.
Ambos temos mais de 25 anos e experiências com outros relacionamentos de longo prazo. Mas é tão intenso que sempre que nos conversamos, não conseguimos não falar e pensar sobre um futuro juntos. Mas é difícil. Antes de vir para a Europa eu não pensava em voltar, agora eu quero só fazer a faculdade e voltar, por um milhão de motivos, e ela com certeza é um deles (ela não quer acreditar que eu quero voltar depois do curso e que estou concretizando meus planos para isso, talvez ela sinta que estaria voltando só por causa dela).
Mas a distância atrapalhou tudo. Nós dois temos questões pessoais que precisamos resolver individualmente. Nos jogamos de cabeça e tudo nessa relação, ignorando nossos “avisos internos” e as dificuldades que a distância traria. Isso tem cobrado um peso enorme nesse um mês que estou aqui. No último sábado ela pediu um tempo e que não conseguiria ter um relacionamento à distância agora (ela recém saiu de outro), e eu concordei porque estávamos nos auto negligenciando muito e as nossas questões pessoais pioraram um tanto.
Me tornei um estranho para mim desde que cheguei aqui, parecia que tinha esquecido todas as lições da vida nas minhas primeiras semanas. Tenho voltado a ser eu, pouco a pouco, e consegui ficar alguns dias sem sentir uma angústia esmagadora.
Estou tentando não me perder em memórias, quero processar esse luto direito e voltar a ser um adulto normal.
Às vezes consigo até me sentir feliz por estar construindo meu futuro, por ter chegado num momento da vida em que pude conhecer essa mulher e conseguir construir algo.
Mas agora não sei o que será desse algo. Preciso focar em mim por enquanto. E preciso reajustar a distância entre meu desejo e minhas expectativas. Mas por Deus... essa mulher é a pessoa mais incrível que eu conheci.
Eu queria que ela escolhesse meu país para ter a experiência internacional que ela almeja.
Ainda existem muitas coisas que podem dar certo e muitas coisas que podem dar errado. Mas por enquanto preciso respeitar o tempo dela e o meu próprio. E aceitar a incerteza do futuro e processar meu luto.
Obrigado a quem leu, pela paciência. E desculpe se algumas partes ficaram confusas, minha mente anda cansada demais para fazer sentido. Só sei que não consigo manter tudo isso dentro de mim.
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2020.02.29 01:54 Ofeliaabgail Realmente sou bi? (post em pt-br)

Olá pessoas, meu inglês é péssimo, então escreverei em português brasileiro mesmo, espero que entendam :) P.s.: sou nova no reddit, não sei usá-lo muito bem ainda :/ Desde minha infância eu me sentia atraída tanto por homens quanto por mulheres (infelizmente fui uma criança sexualizada muito cedo, mas isso não entra em questão agora) e não via problemas desde que guardasse essa informação pra mim. Aos 14 anos, comecei a namorar uma garota, até então já havia ficado com meninas e meninos e estava bem com minha sexualidade. Nossa relação durou um pouco mais de 1 ano e meio, infelizmente não suportamos mais que isso, sofremos muito com homofobia: eramos expulsas de lugares públicos (exemplo: shoppings), agredidas verbalmente na escola pelos diretores, tivemos amizades desfeitas, sem contar que nossas relações com nossos pais se tornou caótica. Nosso amor não suportou ao inferno criado para nós e ela resolveu terminar tudo comigo, mesmo nos amando bastante ainda e com um projeto de uma vida inteira juntas. Na época eu já havia sido diagnosticada com depressão, meu quadro piorou depois do término, adquiri características de uma pessoa automutiladora e suicida. Minha mãe, por sua vez, nunca viu com bons olhos o tratamento com antidepressivos, ela era a única da família que sabia da minha condição e era legalmente responsável pelos medicamentos, já que eu ainda era menor de idade. Minha mãe interrompeu meu tratamento (por puro preconceito) e me deixou "a ver navios". Por algum milagre ou seja lá o que for, consegui superar algumas destas coisas ruins, mas ainda assim, hoje aos 20 anos, ainda sofro com depressão e traumas pelo relacionamento que não deu certo. Eu não consigo fazer planos a longo prazo para minha vida e por isso tenho pouca motivação para acordar todas as manhãs e continuar respirando. Sei que se me apaixonasse novamente por uma mulher, aceitaria tranquilamente esse sentimento, mas provavelmente a relação não ultrapassaria o sexo casual ou um relacionamento escondido, não por vergonha, mas sim por saber que o mundo reserva à uma pessoa homo/bi é muito cruel e talvez eu não conseguisse suportar. Mesmo assim, com todo esse contexto, fico na dúvida se realmente sou bissexual (por me atrair tanto por homens e mulheres) ou se apenas tenho fetiche em mulheres por ter em mente que não assumiria mais uma relação séria com uma (ao contrario de um homem). Então, sou mesmo bissexual ou apenas estou fetichizando as mulheres?
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2020.01.23 18:56 desabafei Nascido pra ser solteiro?

Oi, como vocês estão?
Eu tô confuso, de novo. Tenho 29 anos e nos últimos meses estou com um sentimento de quando eu tava no meu primeiro namoro com 16, de novo...
Já namorei 4 vezes desde os 16 anos. Alguns namoros duraram mais, outros menos, mas sempre com um "prazo de validade" parecido. Eu namoro por uns 2~3 anos e me separo. Todas as vezes fui eu que terminei e em todas vezes foi o mesmo sentimento, de parece que simplesmente acabou a magia.
O primeiro namoro foi mais fácil, pois quando eu já estava pensando em terminar por estar sentindo isso, descobri que minha namorada estava me traindo, então só dei tchau e segui em frente.
Os outros 2 namoros antes da minha atual namorada foi mais complicado. Passou este tempo e eu simplesmente tive que terminar pois não via mais propósito no namoro, começava a ver problemas onde antes não existia, defeitos que a pessoa nem tem, na real. Enfim, motivos pra terminar.
Eu sei que tu tá pensando "todo relacionamento é assim", "ninguém é perfeito", "tem que aceitar como o outro é", "vou te contar um segredo... todo relacionamento é assim depois de um tempo", algo do gênero. Porque eu levo tudo isso em consideração. É exatamente por isso que eu já fico puto comigo mesmo.
Minha atual namorada é uma mulher fantástica. Temos uns problemas aqui e outros ali, como todo mundo tem. Eu admiro ela demais em todos aspectos. Só que parece que a magia acabou... eu nos vejo como uma grande amizade entre um homem e mulher. A gente se diverte quando estamos só nós dois, mas de resto a gente é bem diferente, no que gostamos de fazer e nos propósitos de vida.
Eu sou extrovertido e ela é introvertida. Eu sou sociável e ela não gosta de ver ninguém. Eu gosto de beber, dançar e fumar. Ela gosta de ler, tomar chimarrão e dormir. Eu gosto de música alta, ela prefere música baixa, quase inaudível pra poder conversar. Ela é MUITO envergonhada pra tudo, inclusive ainda comigo...
O sexo é um grande problema também. Estamos a quase 3 anos juntos e ela nunca tomou atitude pra nada. Em quase 3 fodendo anos ela nunca chegou em mim pra rolar um clima ou ao menos aquela "passada de mão". Já conversamos sobre isso e ela diz que não é por falta de vontade, é que ela não consegue mesmo, é "travada". Isso é foda demais. PESSOAS, TENHAM ATITUDE!
Enfim, é mais um namoro que eu vejo chegando nos 3 anos e eu já estou vendo como vai acabar...
Será que eu só deveria aceitar que todos relacionamentos tem um prazo de validade e ficar com ela, já que nos damos bem em tantos aspectos (respeito, carinho, companheirismo, a base toda) e abrir mão de todo o resto? Me conformar?
Será que eu devo terminar mais uma vez e uma hora aparece alguém que vai ser diferente? Tenho medo de magoar ela e magoar outra pessoa e seguir magoando as pessoas por que é um problema meu.
Ou será que eu nasci pra ser solteiro?
Me desculpem o texto longo. Eu queria falar isso pra pessoas desconhecidas pra ver outros pontos de vistas. Acho que seria interessante o ponto de vista de quem não tem um afeto maior por mim ou por ela, pra não influenciar no que me diriam.
Obrigado por quem ler até o final.
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2020.01.11 15:10 beantownclown ENCONTRE MULHERES CASADAS PORÉM CARENTES

Como uma mulher casada há mais de 7 anos e que “pulou a cerca” várias vezes, fui convidada a escrever este artigo e fornecer algumas idéias para vocês, curiosos sobre o que faz com que uma mulher casada traia e como vocês podem seduzi-las.
As mulheres casadas traem por muitas das mesmas razões que os homens casados traem; Elas são felizes em certas partes do casamento e muito infelizes em outras.
Maiores Razões Mulheres Casadas Traem: 1. Seu marido não a faz mais se sentir sexy / desejável. Depois do meu terceiro ano de casamento, encontrei meu marido e eu “familiarizados de mais” um com o outro. Eu percebia que ele não olhava para mim da mesma forma que ele costumava, com luxúria e desejo, apesar de estar muito mais em forma agora que quando nos casamos.E me vi procurando homens que me olhassem como meu marido quando nos conhecemos.
  1. Quer explorar desejos sexuais (kinks) aos quais ela era imatura demais ou desconhecia em sua juventude. Casei aos 25 anos e, para ser sincera, eu era relativamente inexperiente sexualmente. Eu tive alguns relacionamentos de longo prazo antes do meu marido, mas éramos jovens e o sexy era baunilha, e eu era jovem demais para realmente saber que tipo de “kinks” eu gostava naquela idade. Agora estou casada há 6 anos e o pensamento de fazer meu marido explorar essas fantasias sexuais parece impossível.
  2. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Depois do meu primeiro filho, notei uma queda imediata no sexo e na intimidade, mas isso é de se esperar. No entanto, faz três anos desde então e a intimidade nunca se recuperou. Ele vê eu como uma cuidadora e uma mãe em vez de um ser sexual agora, e é sua perda. Até perdi o peso da gravidez o mais rápido possível e voltei imediatamente à academia, na esperança de que ele aumentasse a vida sexual novamente.
  3. Seu marido a vê como uma cuidadora e não um ser sexual. Nas raras ocasiões em que meu marido inicia a intimidade, geralemnte é apressado e unilateral, e geralmente sem preliminares; tenho certeza que é bom para ele, mas não me satisfaz. Isso me faz sentir como uma “ferramenta” para ele ter orgasmo e tenho certeza que ele percebe que não estou entusiasmada.
  4. Sem paixão, sem excitação, sem emoção. Quando a gente fica íntimo, é sempre em casa, na cama e provavelmente planejado. Quero experimentar lugares novos e emocionantes, ao ar livre, etc. Quero um homem que rasgue minhas roupas no segundo em que chegarmos ao quarto do hotel.
Como atraí-las: 1. Lembre-se de que as mulheres casadas que procuram casos online começam aos poucos e ficam nervosas, excitadas e inseguras. Portanto, comece devagar e deixe-as saber que você pode se relacionar.
  1. Faça-a sentir-se desejável, porque o marido não faz. Comece com um elogio sobre uma de suas fotos ou seu perfil.
  2. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  3. Após a apresentação, pergunte a ela o que ela está procurando “idealmente” ou qual é o seu “cenário perfeito”?
  4. Planeje algo emocionante com ela para que ela se comprometa com a reunião. Não precisa ser grande, mas talvez uma nova cafeteria popular ou uma livraria. O fato de você se reunir em segredo é suficiente para tornar a reunião tentadora.
Sites de namoro de casados ​​como Ashley Madison oferecem aos usuários um lugar seguro e discreto para interagir com pessoas com a mesma ideia em um ambiente livre de julgamento. Sites como Ashley Madison tiraram a maior parte do risco e suposições do flerte de casados e provaram ser uma alternativa mais segura aos antigos casos no trabalho.
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2020.01.07 19:36 eduardazaparim Ganhar seguidores de graça no Insta com o Maisgram

Ganhar seguidores de graça no Insta com o Maisgram
Melhor que compra de seguidores segmentados, é o sistema que vai te ajudar a ganhar seguidores de graça no Insta.
Consiga curtidas, melhore o algoritmo da sua rede social e consiga também ganhar comentarios no Instagram brasileiros gratis.

Aí vão dicas de como gerenciar Instagram de maneira melhor:

Ganhar seguidores de graça no Insta com automações para a rede social.

Amigos próximos e familiares podem ser usuários que comentam bastante e ajudam seu perfil a crescer, mas não são o suficiente para ser bem-sucedido em uma carreira de longo prazo ou pra quem tem loja no Instagram ou Facebook. O ideal é que atraia mais followers para sua conta e nossa sugestão para fazer isso de maneira ágil é usar aplicativos de automatização de interações na rede social.
Programas desse gênero permitem que você configure perfis referência para ganhar mais público em sua rede social, curtir posts ( os famosos likes automáticos ) e seguir e deixar de seguir seus autores automaticamente de acordo com o que foi definido por você. Por exemplo, se quiser usar como perfil de base o seu seguidor concorrente A ou B , basta configurar isso no painel de controle e a ferramenta curtirá posts e seguirá perfis que façam parte do hall de seguidores desses perfis.
Em relação a esses softwares de automação, nossa maior recomendação é o Maisgram. Executando exatamente o que falamos no parágrafo anterior, além de visualizar stories automaticamente das melhores hashtags brasileiras, mandar mensagem grátis de boas vindas para os novos seguidores e etc…

Quais funções executadas pela automação de Insta, Maisgram?

Segmentação de Público.

Utilize Perfis para encontrar seu público alvo. Você pode filtrar ainda mais seus novos Seguidores com nosso filtro por gênero. Ganhar apenas Seguidores Homens, Mulheres ou ambos reduzindo perfis Comerciais e aumentando o número de seguidores brasileiros.
Com isso você irá ganhar seguidores de graça no Insta e o melhor, apenas público qualificado!

Direct de Boas Vindas.

Configure uma mensagem personalizada para ser enviada a seus novos seguidores. Melhore seu relacionamento com os clientes.

Sistema Automatizado para Seguir e Deixar de Seguir.

O Maisgram trabalha por você realizando interações de Seguir e Deixar de Seguir automaticamente, fazendo você ter muito mais do que compra de seguidores segmentados. Conquiste!
Isso é muito melhor com uma ferramenta de como gerenciar Instagram.

Relatório Completo de Atividades.

Na plataforma para ganhar seguidores de graça no Insta você pode acompanhar diariamente todas as ações executadas pela nossa plataforma.

Ganhar comentarios no Instagram brasileiros gratis com Likes e Visualizador Automático de Stories.

Nossa plataforma faz a automação de Likes em postagens da sua Timeline e também visualiza automaticamente diversos Stories das melhores hashtags brasileiras.
Isso traz para seu perfil muito mais possibilidade de ganhar likes e ganhar comentarios no Instagram brasileiros gratis.

Outras dicas para ganhar seguidores de graça no Insta

Deixe sua conta pública

Algumas pessoas acabam deixando o seu Instagram privado, o que é péssimo na compra de seguidores segmentados! Isso faz com que você não seja encontrado por outras pessoas, o que também acaba por reduzir o número de comentários. Se você tem uma conta privada, por exemplo, as hashtags que inserir não serão encontradas e mesmo que as pessoas procurem pela sua conta na busca do Insta nunca poderão ver o seu conteúdo. E com menos pessoas vendo o seu conteúdo, menos seguem você e com isso menos pessoas também comentam, etc. Enfim, está vendo como isso é uma bola de neve né? Deixar a sua conta pública vai abrir a possibilidade de crescer, ganhar comentarios no Instagram brasileiros gratis e com isso ter mais curtidas também.

Como gerenciar Instagram com hashtags ?

Procure por hashtags relevantes à sua estratégia e que tenham a ver com o seu trabalho e o perfil do público. Usar as populares, como #tbt, também pode ser válido, se fizerem sentido nas publicações. Só tenha cuidado para não abusar da quantidade, fazendo com que as postagens fiquem poluídas.

Vídeos com legendas geram mais interação e te fazem ganhar comentarios no Instagram brasileiros gratis.

O Instagram é principalmente uma rede social mobile. 99% dos seus acessos são feitos pelo celular. E quando as pessoas usam os seus smartphones existe uma coisa que elas não ativam: o som. Por isso, criar vídeos com legendas é muito importante pois ajuda que os usuários entendam o conteúdo e interajam com ele sem terem necessidade de ativarem o som.

A plataforma para ganhar seguidores de graça no Insta oferece teste de graça?

Sim! A plataforma Maisgram oferece teste grátis por 3 dias, sem compromisso.

Faça posts com pets

Muitas pessoas têm um animalzinho de estimação, desejam ter ou se derretem quando veem uma foto ou vídeo rolando no feed.
Dogs e gatinhos têm um poder natural de aumentar o nível de interação dos usuários, tornando os posts mais chamativos e engraçados. Assim, se você tem pets na sua casa ou no escritório, apresente-os e, de vez em quando, use a criatividade para fazer publicações envolvendo eles.

Crie posts que evoquem emoções

Seja pela graça, surpresa ou provocação, não economize no fator emoção na hora de criar suas publicações. Usuários se sentem mais propensos a interagir e comentar a posts que elicitem emoções nele, ao invés de apenas informativos ou publicações demasiadamente neutras. Obviamente que ele deverá ter alguma relação com o conteúdo que normalmente publique.

Vídeos de Listas são um dos fatores para serem usados em conjunto com a compra de seguidores segmentados.

Um formato muito comum no Facebook e YouTube, mas que também pode ser utilizado no Instagram, as listas normalmente são recomendações de produtos, aplicativos ou dicas, mas podem englobar qualquer outro assunto relevante para sua audiência. Além de criar essas listas como um post do feed do Instagram, esse tipo de conteúdo também vai bem no Stories, com cada história representando um item da lista.

Com o sistema de ganhar seguidores de graça no Insta, posso ter minha conta bloqueada?

Tudo depende do uso. Todas as funções executadas pela nossa plataforma são funções comuns do Instagram, existe um número limite de ações consideradas normais dentro do aplicativo e nós nunca realizamos ações com número acima do permitido. Se você possui uma conta nova (criada a menos de 90 dias) ou não for uma conta validada (email e celular), pode ocorrer que a sua conta seja excluída ou bloqueada. Nós não nos responsabilizamos por atualizações nas políticas do Instagram. Pedimos que evite utilizar as funções seguideixar de seguir usuários e curtir postagens, manualmente. Dessa forma minimizamos conflitos e pausas no sistema.

Como gerenciar Instagram? De forma pública ou privada?

Nem é preciso falar muito além do que já dissemos nos posts anteriores.
Precisamos que o perfil ou a página esteja com visibilidade pública. Os seguidores precisam de acesso regular a sua conta para que haja a interação. Verifique suas opções de privacidade e deixe sempre em modo público, pelo menos durante nosso serviço.

Não se esqueça dos Stories!

Altamente popular, é impossível deixar as Stories do Instagram de lado. O clone do Snapchat superou o original e já conta com um público ativo com cerca de 250 milhões de usuários.
Por isso, teste e aprenda como criar as Stories no Instagram, que permite a inclusão de posts com texto, fotos ou vídeos, no qual também podem ser inseridos GIFs, adesivos e diferentes tipos de emoji.
teste grátis comprar seguidores

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2019.11.23 03:16 matheusraulsa Destruidor de Ejaculação Precoce Funciona?

Destruidor de Ejaculação Precoce Funciona?
EJACULAÇÃO PRECOCE TRATAMENTO CASEIRO
Definitivamente, a ansiedade é a condição mais propício para que um homem passe a ejacular rápido demais.
Exato, a ejaculação precoce ocorre com mais frequência do que imaginamos!
Ejaculação precoce ocorre quando nós homens temos um orgasmo antes do tempo. E isso é um problemão!
Porque quem sofre com este problema não satisfaz a companheira!
Se isso acontecer uma vez ou outra, não há com o que se preocupar, mas se isso é algo que está acontecendo com uma certa frequência, fique CALMO!
Tem diversos tipos de tratamento e hoje eu vou falar sobre um método caseiro que a gente pode fazer em casa mesmo que vai ajudar muito, senão resolver o seu problema de uma vez por todas!
Aqui eu vou falar sobre este novo método que está bombando na internet!
Um eBook muito conhecido como o “Destruidor de Ejaculação Precoce” que ensina práticas simples, mas que resolvem!
E o melhor de tudo é que se trata de um tratamento caseiro!! Sem que seja necessário cirurgias ou medicamentos pesados!
Sim, existem exercícios que podem ajudar o homem a controlar a sua ereção!
Quando estamos lidando com homens que ejaculam rápido demais, devemos sempre levar um termo como regra: ANSIEDADE.
EJACULAÇÃO PRECOCE CAUSAS
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Se você tem ejaculação precoce, ou não está satisfeito com o tempo que aguenta durante a relação. Pode ser os níveis de testosterona baixo!
Sente que está deixando sua parceira na mão na hora H, primeiramente você precisa entender o que está causando essa disfunção erétil!
As técnicas que serão apresentadas aqui elas podem ser aplicadas para todos os homens que sofrem de ejaculação precoce causada por:
Lembrando que os fatores biológicos também podem ser levados em consideração na hora de aplicar o método caseiro para acabar de vez com a ejaculação precoce.
São considerados fatores biológicos que interferem na relação sexual os seguintes:
Como eu comentei anteriormente, a ejaculação precoce trata-se de uma condição na qual o homem não consegue ter uma relação sexual efetiva, ou seja, é incapaz de satisfazer sua parceira a ponto de fazer com que ela também tenha um orgasmo.
Segundo a Sociedade Internacional de Medicina Sexual, pode ser entendido como ejaculação precoce a ejaculação que, sempre ou quase sempre, ocorra antes de um minuto da penetração.
Se você tem este problema, NÃO SE PREOCUPE!
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TIPOS DE EJACULAÇÃO PRECOCE
Ejaculação Precoce Primária: Ocorre quando desde sempre o homem teve este problema.
No caso, serve para todos os homens que desde lá no início foram rápidos.
Ejaculação Precoce Secundária: Este caso é um pouco diferente do primeiro, na ejaculação precoce secundária surge com o tempo.
Neste caso específico, é de homens que sempre controlaram bem seu orgasmo e que com o tempo, passaram a notar uma disfunção no qual goza antes do tempo.
Ejaculação Precoce Situacional: É quando ocorre em apenas determinadas situações. Ou com uma parceira específica.
Ejaculação Precoce Variável: Ocorre quando de vez em quando a pessoa tem uma ejaculação precocemente, antes dos 5 minutos. Não chega a ser um problema na vida do homem.
Mas se passa a ocorrer com uma certa frequência, vai requerer uma certa atenção pra que o problema não se agrave.
Ejaculação Precoce Subjetiva: É caracterizada como Ejaculação Precoce Subjetiva quando o homem tem um certo controle, passar dos 2 minutos, mas após o segundo minuto de relação passa a perder o controle.
MÉTODO DESTRUIDOR DE EJACULAÇÃO PRECOCE
Entretanto o que mais chama atenção do método Destruidor de Ejaculação Precoce.
É que este método foi descoberto por Marcelo Nogueira Filho.
Isso aconteceu antes de escrever o livro, logo após descobrir o método natural para resolver o problema. Sim, o Destruidor de Ejaculação Precoce funciona mesmo!
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Marcelo conta que sofreu de ejaculação precoce por 5 anos segundo ele é 5 longos anos!
Contou que qualquer período que seja, pode ser uma semana, se você não consegue satisfazer uma mulher, parece uma longa semana! Imagina conviver com o problema por 5 anos!
No entanto, não pense que criar o método levou apenas 10 minutos de pesquisa no Google! Muito além disto!
Foram anos estudando, se reservou a estudar a anatomia do sistema reprodutor masculino.
Após um longo período de pesquisa e muitas entrevistas com diversos urologista, bem como conhecer cada detalhe do trabalho de todos.
Depois de passar um longo tempo estudando sobre o assunto, ele chegou ao método que fez com que ele durasse mais de 50 minutos!!
O Destruidor de Ejaculação Precoce, trata-se de um livro digital que ensina um método caseiro que coloca fim em todos os quadros de ejaculação precoce.
DESTRUIDOR DE EJACULAÇÃO PRECOCE BENEFÍCIOS
Confira os benefícios que você poderá garantir ao iniciar a leitura do material:
Ele já foi usado por diversos homens de todas as idades..
Indiferente da velocidade do metabolismo, ou tamanho, ou peso, ou altura, ou das horas diárias que a pessoa dorme ou indiferente mesmo da dieta que a pessoa faz.
Toda as pessoas que usaram até o momento, compraram e viram resultados suficiente pra mudar de vida!
Terminar de vez com a ejaculação precoce em casa, sem uso de remédios ou recorrer a cirurgias!
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DESTRUIDOR DE EJACULAÇÃO PRECOCE ONDE COMPRA
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Antes de mais nada eu já vou colocar que para maior segurança a venda é feita somente no Site Oficial!
GARANTIA
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Exatamente, isso acontece porque como você leu, este material tem garantia!
Então a comercialização dele fica somente via Site Oficial por conta de ter seus dados registrados, valores pagos, para caso você sentir-se insatisfeito, pode apenas mandar um e-mail informando que não esta satisfeito com os resultados que o valor será reembolsado sem qualquer questionamento.
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PRODUTO COM SEGURANÇA GARANTIDA
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Seus dados financeiros são secretos e protegidos por criptografia.
Os seus dados são pessoais, sigilosos e não são compartilhados.
Site 100% confiável e autenticado por empresas de segurança.
Entrega garantida no prazo combinado e política de devolução.
Acesse o site oficial clicando aqui: http://bit.ly/2CIb4f6
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2019.08.22 21:34 clapac O que é a síndrome de borderline?

Você já ouviu falar do transtorno de personalidade borderline (limítrofe), ou síndrome de borderline? Muitas vezes erroneamente confundido com o transtorno bipolar, este transtorno é uma condição crônica que pode incluir instabilidade do humor, dificuldade de relacionamento interpessoal e altas taxas de autolesão e comportamento suicida.
O Transtorno de personalidade limítrofe é caracterizado por uma instabilidade generalizada no humor, nas relações interpessoais, na auto-imagem e no comportamento. Essa instabilidade muitas vezes perturba a vida familiar e profissional, o planejamento a longo prazo e o senso de identidade de um indivíduo.
Pessoas que tem esse transtorno sofrem de grandes dificuldades com a regulação emocional. Embora menos conhecida que a esquizofrenia ou o transtorno bipolar, o TPB afeta aproximadamente 2% dos adultos no mundo. Pessoas com TPB exibem altas taxas de comportamento autolesivo, como a automutilação, e taxas elevadas de tentativa e suicídio. O comprometimento da TPB e o risco de suicídio são maiores nos jovens e tendem a diminuir com a idade. A TPB é mais comum em mulheres do que em homens, com 75 por cento dos casos diagnosticados entre mulheres.
As pessoas com transtorno de personalidade borderline muitas vezes precisam de serviços extensos de saúde mental, chegando a responder por por 20% das internações psiquiátricas. No entanto, com ajuda, a maioria se estabiliza e leva vidas produtivas.
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2019.08.11 23:32 PeriloAmbrosio Pro povo que usa aplicativos como Tinder. O jogo virou.

Indo direto ao ponto: eu uso esses aplicativos a algum tempo e nunca tive muito problema pra conseguir encontros e conhecer mulheres. Sempre usei esses aplicativos mais pra conhecer alguém e passar um bom momento do que pensando num relacionamento de longo prazo.
Porém, com a idade chegando eu to querendo ter algo mais sério e tem uma mina que estou vendo que tenho interesse em, ao menos, entender o que que ela tá querendo em relação a relacionamento e não faço a mínima ideia de como sondar isso.
Sai com ela 3x e desde o início rolou um papo bom e transamos no primeiro encontro. Ela é um pouco mais velha que eu, 37 e eu 31, e não faço ideia de como abordar essa questão.
No passado quando uma mulher ficava interessada em desenvolver algo mais sério eu falava de forma bem clara que embora eu esteja curtindo muito estar com ela que não tinha planos, naquela hora, de ter algo de longo prazo. Eu sempre achei que seguir pelo caminho da honestidade é o melhor caminho, mas agora to meio perdido de como perguntar ou fala isso pra mulher.
Não é como se eu tivesse querendo namorar ou casar com ela, só não to mais afim em gastar energia em coisas apenas casuais.
E agora, povo do Reddit, como é que faz?
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2019.07.30 20:00 Dyegomed Guia Completo: Como funciona a Residência Médica? (13/09/2018)

Guia Completo: Como funciona a Residência Médica? (13/09/2018)
A seguir você vai ver um resumo comparativo com todas as R1, logo abaixo terão características detalhadas de cada uma. (com base em alguns dados feitos pela pesquisa da USP: "A Demografia Médica do Brasil")

ÁREAS DA MEDICINA R1


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ACUPUNTURA

Uma Medicina alternativa e complementar que serve de terapia para o corpo. No Brasil, não é necessário fazer Medicina para se tornar acupunturista. A Acupuntura é recomendada pela OMS para o tratamento de 200 doenças e sintomas. Requer muita delicadeza e amor ao que faz, já que o salário médio está longe de outras especialidades médicas mais famosas.

ANESTESIOLOGIA

Essa é uma das principais especialidades e vem crescendo a cada ano, é uma das áreas com o maior salário na Medicina. Se você gosta de procedimentos invasivos e de estar sempre atualizado, essa especialidade é para você! Mas saiba que, atualmente, o anestesiologista não fica mais restrito ao centro cirúrgico e participa do pré e pós operatório do paciente.

CIRURGIA GERAL

É uma das principais especialidades do país e desejo de milhares de estudantes de Medicina. A Cirurgia Geral é pré-requisito para quem quer fazer RM em outros tipos de cirurgia, como Cirurgia de Mão, Pediátrica, de Aparelho Digestivo, etc. A especialidade exige resistência física, emocional e segurança nas tomadas de decisões. A partir de 2019 a área vai ser dividida em duas: Área Cirúrgica Básica (2 anos) e Programa de Cirurgia Geral (3 anos).

CIRURGIA CARDIOVASCULAR

Virou especialidade de acesso direto mas com 5 anos de Residência Médica. A especialidade exige as mesmas características da Cirurgia Geral, mas também é necessário ter domínio de tecnologias, que tem evoluido muito, da videoendoscopia torácica até robos inteligente.

CLÍNICA MÉDICA

Uma das 3 principais especialidades da Medicina e a com o maior campo de trabalho. O especialista nela acaba aprendendo de tudo um pouco e vai ter uma visão ampla do paciente, atuando no combate de doenças de baixa e alta complexidade. Se você gosta de diagnosticar, ela é pra você! Pré-requisito para quem quer fazer RM em uma especialidade clínica - com exceção de dermato e neurologia.

DERMATOLOGIA

É uma das especialidades mais concorridas do Brasil, mas tem um grande campo de atuação; podendo atuar fazendo procedimentos clínicos, cirúrgicos e cosmiátricos. É muito comum trabalhar em consultório próprio ou em outras clínicas. É uma área muito delicada da Medicina, o que atrai muitas médicas. Carisma e uma boa relação com o paciente é fundamental para se sair bem. Com muito amor e dedicação, você consegue sua vaga nessa RM.

GENÉTICA MÉDICA

É a especialidade menos concorrida do país. O profissional lida com doenças genéticas raras - na maioria das vezes - e com os famosos exames de DNA. O paciente tratado costuma ter passado por diversos outros médicos antes de se consultar com esse tipo de especialista, que por essência deve ser curioso - já que sua principal função é investigar. Para quem gosta de laboratórios, é uma boa opção!

GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

Uma das 5 principais especialidades. Ela cuida da saúde do sistema reprodutor da mulher e a acompanha no momento da gravidez. É comum começar a trabalhar em Ginecologia e ir migrando aos pouco para a Obstetrícia. O relacionamento com o paciente é essencial, você precisará estar sempre disponível e assim ele vai estar sempre com você. O mercado é muito concorrido -mas se tiver amor- você pode ser muito bem realizado(a)!

HOMEOPATIA

É a primeira especialidade criada apenas no Brasil. Ela é focada no autoconhecimento, podendo tratar de alergias até problemas emocionais. Como o tratamento é de forma individual e não focado apenas em doenças, as consultas homeopáticas costumam ser extensas e detalhadas. O especialista deve ter um perfil compreensivo, que gere confiança ao paciente e gostar de manipulação de substâncias.

INFECTOLOGIA

O especialista trabalha com doenças relacionadas a vírus, bactérias, fungos, entre outras. Os pacientes costumam ser de população humilde, com pouco acesso a saúde básica. Justamente por isso, grande parte dos especialistas estão no Norte do Brasil, onde existe população indígena ou que são constantemente afetadas por doenças infecciosas. Possui um grande campo de atuação e muito trabalho, mas a remuneração não é das melhores. Mas a gratidão dos pacientes é enorme!

MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE

Devido aos programas federais, essa é a especialidade que mais cresce no país. O especialista realiza cuidados primários em famílias inteiras, por isso é fundamental que o médico seja acessível e empático, criando um relacionamento com as famílias mesmo sem nenhum doente. Quando isso acontecer, você será o primeiro a ser chamado. Resume bem a filosofia em volta da palavra Médico, ser especialista em pessoas e não em patologias.

MEDICINA DO TRABALHO

Medicina do Trabalho é a especialidade que visa a prevenção e a qualidade de vida dos trabalhadores durante seus serviços. A rotina do especialista não segue um padrão, mas é considerada tranquila e flexível. E ainda por cima apresenta um amplo mercado e boa remuneração. Vale ressaltar que a Medicina do Trabalho é uma das 7 principais especialidades do país, apesar de não ser de muito interesse dos recém-formados.

MEDICINA DO TRÁFEGO

É a especialidade que visa o bem estar físico, psíquico e social do ser humano que se desloca seja qual for o meio (carro, a pé, transporte público, etc). Suas principais áreas de atuação são: Medicina de Tráfego Preventiva, Curativa, Legal, Ocupacional e Medicina de Viagem. Por ser uma área carente de profissionais e com uma grande demanda de potenciais pacientes, ela é uma alternativa para as pessoas que querem um emprego sem muita dificuldade.

MEDICINA DO ESPORTE

Uma das 5 áreas com menos especialistas do país, a Medicina Esportiva visa tratar - e principalmente - prevenir lesões de praticantes de esporte profissionais e amadores. As áreas de atuação são amplas, indo de consultórios próprios até a clubes esportivos. Existem poucos profissionais e uma grande demanda, e com isso tende a crescer o número de especialistas e também por conta da consolidação da profissão após as Olimpíadas e Copa do Mundo de futebol.

MEDICINA FÍSICA E REABILITAÇÃO

É a área médica focada na qualidade de vida dos pacientes com deficiência ou doenças incapacitantes. Os profissionais estudam a melhora da função e a reabilitação dessas pessoas, tratando-os de uma forma total. O fisiatra não atua apenas com a parte física do paciente, tem que saber lidar também com emocional e social. Apesar da vasta abrangência, o crescimento da área vem diminuindo por causa do aumento da expectativa de vida e pela falta de investimentos.

MEDICINA LEGAL E PERÍCIA MÉDICA

É a especialidade que usa da ciência para esclarecer fatos de interesse da justiça. Como, por exemplo, examinar um cadáver para saber o que causou a sua morte. Ela visa esclarecer a causa e o efeito de: doenças, lesões, sequelas, mortes, acidentes, etc. Pode atuar tanto no setor público como no privado (seguradoras). Quem já viu série como CSI vai se identificar!

MEDICINA NUCLEAR

O especialista nessa área utiliza de várias ferramentas nucleares para fazer diagnósticos e terapias, e - por conta disso - é preciso ter prazer em lidar com a tecnologia. A rotina do Médico Nuclear é bem diferente de outros tipos de especialidades. Os trabalhos são diurnos e não costumam incluir fins de semana, nem trabalho em emergência. O lado bom, ou ruim, é que possui poucos profissionais na área.

MEDICINA PREVENTIVA E SOCIAL

É a especialidade que atua na prevenção de doenças coletivas e que não pensa no paciente individual. Essa prevenção se dá, por exemplo, através de vacinas, projetos focados nas atividades físicas e etc. O médico tem que ter um perfil organizado para planejar ações na saúde da população. Vem ganhando cada vez mais espaço na Medicina pública e particular, devido aos últimos casos de epidemias no Brasil.

NEUROCIRURGIA

Especialidade dedicada ao diagnóstico e tratamento de doenças e traumas no sistema nervoso central e periférico. Possui atividades bem delicadas e de riscos, lidando diretamente com a vida dos pacientes, o que exige firmeza na tomada de decisões, ter habilidades manuais e mentais - para tratar com os familiares. Atende a poucos pacientes durante os plantões e sobreavisos. É uma especialidade bem vista, além de ser bem remunerada e possuir bastante mercado.

NEUROLOGIA

O Neurologista é o profissional que trata clinicamente de distúrbios do sistema nervoso central e periférico - AVC, Parkinson, entre outras. É a especialidade que mais exige bons diagnósticos topográficos, exigindo que seja curioso e estudioso. A atuação é, em sua maioria, ambulatorial, mas esses profissionais estão cada vez mais presentes em hospitais e realizando plantões. Se você optar por essa especialidade, vai acabar interagindo muito com médicos generalistas e de outras especialidades.

OFTALMOLOGIA

É uma das áreas médicas mais conhecidas. O profissional lida com um sentido muito importante - que é a visão, e isso o torna muito importante. A rotina envolve ambulatório e consultórios de terceiros, mas muitos têm suas próprias clínicas mesmo os equipamentos sendo caros. Quando em plantão, ficam em sobreaviso e há poucas emergências - e com isso o plantão é um dos mais mal pagos. A especialidade exige que você trabalhe bem com as próprias mãos e que se especialize e se atualize cada vez mais dentro da área.

ORTOPEDIA E TRAUMOLOGIA

Essa é a 7ª maior especialidade do país. O início da carreira costuma ser em emergências atendendo problemas em ossos, articulações, ligamentos, tendões, músculos e nervos. Você tem que ser confiante e com habilidades manuais, pois é comum cirurgias. Vai viver muito tempo nos hospitais praticando, mas, com o tempo, irá mesclar a cirurgia ao atendimento ambulatorial. A especialidade está em voga graças à alta dos esportes - a remuneração é boa e tem amplo mercado, incluindo para as médicas.

OTORRINOLARINGOLOGIA

Especialidade clínica-cirúrgica bastante diversa e que trata doenças no nariz, ouvido, faringe e laringe; existindo assim a possibilidade de sub-especializar. O Residente aprende a prática cirúrgica desde o primeiro ano e ao final, a sua atuação ocorre tanto em consultórios particulares, como em clínicas e hospitais. Atende crianças e até idosos, que na maioria das vezes chegam pelo plano de saúde. Existem muitos profissionais na área, mas a demanda é muito alta também, por isso ainda é uma especialidade que vale muito a pena!

PATOLOGIA

É uma especialidade que exige do médico tanto conhecimentos teóricos, quanto práticos. O especialista tem uma área abrangente de trabalho, que pode ser de pesquisador básico ou um médico que faça diagnósticos terapêuticos; atuam muito em hospitais e universidades - quase sempre em laboratórios. Ou seja, se você não gosta de contato com pacientes e correria de emergências, essa especialidade pode ser para você, mas saiba que trabalhará ao lado de profissionais de outras áreas.

PATOLOGIA CLÍNICA E LABORATORIAL

É a especialidade que auxilia o médico de diversas outras especialidades em diagnósticos e acompanhamentos clínicos através de análise sanguínea, urina, fezes, entre outros fluídos biológicos. É uma especialidade que se propõe a produzir laudos, e não apenas resultados -com isso ajuda a esclarecer 80% dos diagnósticos. A grande maioria da vagas em Residência Médica para essa área não são ocupadas, fazendo com que tenha falta de profissionais em muitas regiões.

PEDIATRIA

É uma das especialidades bases da Medicina e sonho de muitos estudantes. É uma área que mais exige muito conhecimento do médico, já que muitas crianças não sabem relatar o que estão sentido. Além disso, o profissional precisa de muita paciência e amor para ser um grande pediatra, pois tratará diretamente com a família do paciente. Apresenta uma grande possibilidade de empregos e variedade de locais de trabalho, além das sub-especialidades -que você pode seguir optando pela Pediatria. Sua Residência e a de Neurologia sofreram algumas mudanças recentemente.

PSIQUIATRIA

Uma das primeiras especialidades do mundo, tratando doenças que afetam o comportamento humano como: depressão, transtorno bipolar e ansiedade. O especialista precisa ser muito paciente e empático, além de se acostumar a lidar com doenças crônicas. Sua atuação pode acontecer em certos hospitais, consultórios próprios, centros de dependentes químicos e etc. Os tratamentos são a longo prazo e isso faz com que não tenha sempre pacientes novos.

RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM

É a 6ª área com mais especialistas no país e, apesar de ter que gostar de usar tecnologias, se engana quem acha que o radiologista só fica sentado em frente a um computador o dia todo. Você precisa ser versátil e ter conhecimento geral sobre toda Medicina, pois acontece muita troca com outras especialidades. Mais especificamente, o profissional precisa determinar quais os melhores exames para fazer, os protocolos; acalmar o paciente, entre outras tarefas. Existe uma grande demanda de exames e plantões, por isso é essencial ter grande grau de concentração.

RADIOTERAPIA

É uma especialidade que usa a radiação ionizante para o tratamento de tumores malignos. Essa área vem sendo chamada de Rádio-Oncologia, já que tem atuado mais em prevenção, diagnóstico e tratamento de câncer. O profissional tem muito contato com os pacientes, com quem deve ter muita paciência e empatia, já que a doença é sempre delicada. Infelizmente, esses profissionais estão em falta em muitos lugares do Brasil - gerando uma grande oportunidade na área - pois sobram empregos para um mercado que é amplo e bem reconhecido.
crédito: www.soulmedicina.com.br
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2019.06.26 06:49 altovaliriano Como não foi: Game of Thrones e a Idade Média, Parte I

Texto original: https://bit.ly/2IXUlqM
Autor: @BretDevereaux (autodescrito como "Historiador de História antiga, especializado em economia e vida militar romana")

O número de vezes que fãs entusiastas me disseram que Game of Thrones era superior a outras obras de fantasia porque mostrava que uma sociedade medieval "como realmente era" ou "mais realisticamente" está além da contagem. Às vezes, esse louvor está simplesmente exacerbado em relação ao "passado" como se a experiência humana fosse um binário entre "o agora" (quando as coisas são boas) e "o passado" (quando as coisas eram uniformemente ruins). Arguir que Game of Thrones é mais fiel à "verdadeira" Idade Média é fazer uma afirmação não apenas sobre Game of Thrones, mas também sobre a natureza da Idade Média em si. E essa afirmação merece ser avaliada.
Isso é parte do porque eu optei por olhar principalmente para o show, Game of Thrones e não a série de livros, A Song of Ice and Fire. O show - alcançando muitos milhões de pessoas e sendo muito mais culturalmente difundido - terá um impacto muito maior sobre a percepção pública do passado. Além disso, para ser honesto, a "defesa da historicidade" repetidamente feita para o show parece menos comum do que a defesa dos livros (talvez, em parte, porque os fãs de livros parecem sentir que os livros precisam de menos defesa).
Devemos também definir a Idade Média européia para fins desta comparação. A Idade Média na Europa se estende aproximadamente de 500 dC a 1450 dC, um período de quase 1.000 anos. Compreensivelmente, existe grande diferença entre o que se entendia por guerra e sociedade em 550 e em 1350. Mas os símbolos de Game of Thrones são muito mais específicos: os cavaleiros vestidos com placas, damas refinadas, torneios marciais que evocam a Alta (cerca de 1000-1250 dC) e Baixa (cerca de 1250-1450 dC) Idade Média, então esse é o período com o qual principalmente faremos comparação.
Por fim, antes de mergulharmos, duas advertências finais. Primeiro, isso não é uma crítica à construção do mundo de George R. R. Martin. Não há, afinal de contas, nenhuma razão para que o mundo de fantasia dele precise ser fiel à Idade Média européia (falaremos sobre inspirações históricas conhecidas/possíveis à medida que surgirem). Não creio que Martin tenha planejado elaborar uma dissertação de cultura medieval em forma de romance de fantasia, de modo que ele não pode ser culpado por falhar em fazer o que nunca tentou. Em segundo lugar, essa análise vai se basear mais no show do que dos livros, simplesmente porque o show está completo e é mais fácil discutir uma coisa completa - dito isso, elementos de lore que não entraram no show (mas que ainda são ilustrativos) podem surgir.
Tudo bem? Vamos mergulhar.

Destrutividade

Uma coisa sobre a qual Game of Thrones é muito clara é quão brutalmente destrutivas são as guerras de Westeros. A roda - "e assim gira, esmagando os que estão no chão" (S5E8) - quase acaba totalmente com a sociedade Westerosi. A Guerra dos Cinco Reis interrompe as condições de fornecimento de alimentos a ponto de causar fome e miséria nas Terras da Coroa e tumultos sangrentos em Porto Real (S2E6). A própria Porto Real viria a ser essencialmente destruída durante a captura por Daenerys (S8E5), provavelmente com centenas de milhares de baixas, levando em consideração a escala da destruição e o tamanho conhecido da cidade (porém falarei mais sobre isso depois).
Mas quão destrutiva é essa roda, de verdade? Podemos mensurar em números? Nem o programa nem os livros fornecem uma métrica clara para avaliar as perdas de guerra, mas considerando-se a queima de Porto Real e as repetidas menções a fome, não podem ser inferiores a várias centenas de milhares apenas em vidas civis (e possivelmente muito mais altas se incluirmos mortes da praticamente certa indigência do inverno). A esta conta devem ser acrescidos o Norte e as Terras Fluviais, que experimentaram contínua devastação e ocupação.
E quanto às perdas militares? Os exércitos da Casa Tyrell, Lannister e Baratheon foram todos destruídos em campo - vamos olhar para questões de escala em um instante - mas, por enquanto, se metade de sua força fosse de baixas, poderíamos estimar cerca de 80.000 perdas para essas Casas. As perdas para as Terras Fluviais, o Norte, Dorne, as Terras da Coroa e as Ilhas de Ferro são menos claras, mas poderíamos supor que elas equivalem aproximadamente ao total imaginado. Ao que devem então ser acrescidas as forças de Daenerys, reduzidas pela metade em Winterfell com a perda de cerca de 4.000 Imaculados e 30.000 Dothraki (nos dizem que ela perdeu "metade" de ambos).
Com base em toda essa especulação, poderíamos estimar um número mínimo de perdas nas guerras como sendo de mais de 300.000 civis e cerca de 200.000 combatentes (não incluindo perdas sofridas em Essos). Se a fome generalizada for contabilizada - e quase certamente deveria ser, considerando-se o inverno que se aproxima - o número real seria muito maior, talvez bem mais de um milhão. E deixamos de fora a destruição quase total dos Selvagens, as mortes deixada pelo exército dos mortos enquanto se deslocavam para o sul, e pelos assaltos dos Homens de Ferro. A isso seria preciso acrescentar baixas excedentes por doenças, que são mais graves do que as perdas no campo de batalha - o provável número total de vítimas poderia, assim, facilmente se aproximar de 2.000.000 ou mais.
A guerra em Game of Thrones é, portanto, não apenas endêmica, mas também chocantemente destrutiva. É importante ressaltar que a guerra em Westeros chega ao nível de significância demográfica - essa guerra é suficiente para causar uma diminuição real e perceptível na população total de Westeros (os livros não fornecem nenhuma ferramenta para estimar o tamanho da população de Westeros, mas uma estimativa de 40 milhões é perfeitamente razoável - o que significa que a guerra matou algo entre 2,5% e 5% de toda a população, em apenas alguns anos). Este é um nível de morte que os futuros arqueólogos e historiadores westerosis, escavando aldeias e lendo registros da cidade, serão capazes de identificar através da perda acentuada de população. Guerras tão destrutivas foram raras no período pré-moderno - a maioria das guerras não é "demograficamente visível" a esse ponto, porque as perdas de guerra se perdem no "ruído" dos nascimentos e mortes normais.
Apesar de que a guerra na Idade Média era frequente, geralmente não era destrutiva. Estimar a destrutividade e a escala da morte nas guerras medievais é quase impossível de ser feito com precisão devido à natureza das fontes. Mas algumas comparações podem ser feitas. A estimativa padrão para a perda de vidas devido às Cruzadas é de 1 a 3 milhões, o que significa que a Guerra dos Cinco Reis foi, em três ou quatro anos, aproximadamente tão letal quanto duzentos anos (1091-1291) da guerra religiosa medieval no Oriente Próximo. Alternadamente, acredita-se que a Cruzada Albigense - um esforço na França para suprimir a heresia "cátara" - tenha matado algo entre 200.000 e 800.000 pessoas; o cerne da violência durou vinte anos (1209-1229), mas o número de mortos tipicamente também inclui décadas de expedições da Inquisição que só foram terminadas em 1350, um século e meio após o início da cruzada. É importante notar que essas guerras - que ainda estão longe da escala e da intensidade da guerra em Westeros - foram guerras religiosas, onde as normas que impediam a violência contra civis eram muito mais fracas.
A maioria das guerras não eram guerras religiosas, e estas tendiam a ser significativamente menos destrutivas, especialmente para os camponeses que compunham a grande maioria da população. Em parte, isso se devia simplesmente a bom senso: em uma guerra territorial, o controle sobre o campesinato e sua produção agrícola era o objetivo, então assassinar massivamente o campesinato tinha pouca serventia. As guerras entre Senhores poderiam assim muitas vezes ocorrer "acima das cabeças" do campesinato (embora o perigo invasão ou de ter comida roubada para uso pelos exércitos permanecesse agudo - nós não devemos minimizar o quão difícil essas guerras poderiam ser para as pessoas "no chão").
Outro fator foi um conjunto de normas sociais. Apesar de que a Idade Média tenha sido um período de frequentes (pequenas) guerras, nela também se viu alguns dos primeiros esforços para reduzir a violência em sentido amplo, originados pela Igreja Católica: os movimentos de Paz de Deus e Trégua de Deus. A Paz de Deus (do séc. X-XI) deu proteção religiosa ao campesinato e ao clero (e mulheres e viúvas) enquanto não-combatentes. A Igreja encorajou cavaleiros e senhores a fazer juramentos no sentido de que eles não violariam a paz atacando o campesinato.
Isso não quer dizer que essa proibição sempre era seguida - na prática, parece ter sido em grande cumprida via de exceção. Mas é um claro contraste com a guerra em Westeros, onde atacar a população civil é claramente normal - Tywin não hesita em “colocar as Terras Fluviais em chamas desde o Olho de Deus até o Ramo Vermelho” (S1E10) e nenhum dos seus estandartes questiona a ordem. O esforço de Cersei na 8ª Temporada para impedir o ataque de Daenerys por meio da concentração de civis só é posto em ação porque ela acha que Daenerys é diferente de um senhor normal - os quais provavelmente ignorariam o obstáculo.
Nesse sentido, a guerra em Westeros é menos parecida com a guerra na Idade Média - onde, observada ou não, havia um senso geral de que alguns indivíduos eram "civis" e, portanto, não eram alvos militares válidos - e mais como guerra na Antiguidade. Para os romanos, por exemplo, as guerras eram geralmente contra os povos - os romanos falariam sobre estar em guerra com os cartagineses (todos eles) ou com os celtiberos (todos eles) ou os helvécios (todos eles). A única exceção são as monarquias helenistas do Oriente, que eram as posses pessoais das famílias reais, em vez de grandes grupos étnicos - ali os romanos foram à guerra com monarcas individuais. Mas essa foi a exceção, e não a regra.
Nesse contexto, onde os romanos estão em guerra com todo um povo, todo o povo se tornou alvos militares válidos. E os romanos se comportavam como tal. Políbio descreve o processo romano para saquear uma cidade - “Quando Cipião pensou que um número suficiente de tropas tinha entrado [na cidade] ele enviou a maioria deles, segundo o costume romano, contra os habitantes da cidade com o fim de matar todos que eles encontrassem, poupando nenhum, e começassem a pilhagem até que o sinal fosse dado ... muitas vezes pode-se ver não apenas os cadáveres dos seres humanos, mas os cães cortados ao meio e os membros desmembrados de outros animais ... ” (Políbio 10.15.4-5; grifei). Tal massacre não era visto como fora das regras da guerra, mas sim uma consequência normal de tentar resistir a um exército sitiante. Uma cidade que quisesse evitar o massacre deveria se render antes que o cerco começasse pra valer (o último momento para se render, sob as regras romanas de guerra, era antes que o primeiro aríete tocasse a muralha da cidade).
É verdade que, em certas ocasiões, o mesmo tipo de matança indiscriminada ocorreu na Idade Média, quase sempre no contexto de guerras religiosas (onde, por que os inimigos eram hereges ou infiéis, as restrições religiosas à violência não se impunham), mas mesmo isso é tipicamente apresentado pelas fontes como incomum e chocante. A captura de Jerusalém durante a Primeira Cruzada (1099) é o exemplo típico de acentuada brutalidade medieval - os cruzados massacraram grande parte da população da cidade em uma terrível onda de derramamento de sangue.
Raymond d'Aguliers, uma testemunha ocular, diz assim do massacre: "se eu disser a verdade, excederá seu poder de crença" (transcrição de A. C. Krey, The First Crusade: The Accounts of Eye-Witnesses apud Edward Peters, The First Crusade: The Chronicle of Fulcher of Chartes and Other Source Materials) - ainda que tal massacre tivesse sido normal e indigno de nota no mundo romano - e, aparentemente, em Westeros. O que era excepcional em 1099 dC era normal em 199 aC - ou em Porto Real.
É claro, há outra razão pela qual as guerras medievais tendiam a ser muito menos destrutivas - os governantes medievais simplesmente não tinham a capacidade - na administração, infraestrutura e recursos - para causar tantos danos. O que nos leva a:

Escala na Guerra

A guerra na Europa medieval era geralmente um assunto relativamente pequeno. Enquanto muita atenção é dada às guerras entre os reis - a Guerra dos Cem Anos, a Guerra das Rosas, etc. - a grande maioria dos conflitos era pequeno, entre senhores regionais com propriedades limitadas. Esse tipo de guerra envolvia muitas vezes "exércitos" de apenas dezenas ou centenas de homens. No passado, tive alunos que liam trechos das muitas queixas de Hugh V de Lusignan (que datam de 1028). Hugh está perpetuamente em conflito militar com seus vizinhos, mas a escala de tais conflitos é pequena - ele leva apenas 43 cavaleiros para tentar ganhar um castelo e algumas terras, por exemplo (o que ainda era uma força grande o suficiente que o seu Senhor, o conde de Aquitânia, estivesse ciente de que ele a tivesse levado e ordena que ele retorne à corte). O mesmo tipo de guerra de pequena escala povoa as "canções de gesta" (francês: Chasons de Geste), como o de Raoul de Cambrai, onde Raoul passa o poema tentando recuperar o feudo de Vermandois (a canção de gesta de Raoul também se relaciona com o ponto anterior sobre normas de guerra: Raoul quebra a Paz de Deus atacando um convento, que faz com que seu melhor cavaleiro, Bernier, se posicione contra ele; Bernier então mata Raoul em batalha, levando a uma briga de sangue entre as famílias. Note como a transgressão da proteção religiosa devida aos não-combatentes leva à morte dos protagonistas e uma fissura permanente na comunidade - a moral é clara: não ataque os não-combatentes).
Em comparação, os exércitos de Westeros são enormes. Acreditando-se na Wiki of Ice and Fire, podemos estimar os exércitos de campanha - não incluindo guarnições e outras forças pequenas - de cada um dos principais atores como sendo de aproximadamente:

O Norte: 20-30.000 (mas lento para reunir; poder nocional 45.000)
Ilhas de Ferro: 20.000
Terras Fluviais: cerca de 20.000 (poder nocional 45.000, mas politicamente dividido)
Vale de Arryn: Aproximadamente igual ao Norte ou Dorne (cerca de 45.000, no nocional)
Terras Ocidentais: 35.000 no campo durante guerra (nocional: 55.000)
Terras da Coroa: 10.000 a 15.000
Terras de Tempestade: cerca de 30.000
Campina: 80.000-100.000 partiram com Renly (!!)
Dorne: estima-se que cerca de 50.000 estariam à disposição dos Martells

Em comparação, o exército francês em Azincourt (1415) não era maior do que talvez 35.000 homens (alguns historiadores argumentam que era significativamente menor), mas sua derrota foi suficiente para aleijar a França (sugerindo que o exército representava a maior parte das forças de campanha à disposição do rei da França na época). A força de campanha inglesa era menor - apenas cerca de 9.000. Azincourt não era uma pequena escaramuça: eram exércitos reais que representavam o melhor que seus reis podiam fazer (Henrique V, rei da Inglaterra, estava com seu exército, de fato). Nem esses tamanhos típicos eram restritos à Inglaterra e à França. A Batalha de Nicópolis (1396) foi entre os otomanos de um lado e uma grande aliança de poderes cristãos do outro, e provavelmente não envolveu mais do que 40.000 homens de ambos os lados (ou seja, dois exércitos de cerca de 20 mil), apesar do fato de que a batalha estava entre os bem organizados otomanos de um lado e mais de uma dúzia de potências européias do outro.
Em comparação, os exércitos de Westeros são enormes - e os números acima não incluem as várias frotas de centenas de navios que muitos senhores mantêm. Renly Baratheon sozinho tem uma coluna em campo de 100.000 homens; Mace Tyrell depois marcha para Porto Real com 70.000 soldados Tyrell. Em comparação, em 1527 - bem no início do período moderno (onde o tamanho do exército salta acentuadamente) - todo o exército otomano consistia de 18.000 soldados regulares e 90.000 timariots (grupo étnico da Turquia convocados para lutar em campanhas específicas, de modo similar a cavaleiros e seus seguidores). Os otomanos estavam muito melhor organizados do que qualquer poder europeu medieval (daí a exigência de que a oposição à expansão otomana requeresse grandes alianças - veja acima). E todas essas tropas otomanas absolutamente não poderiam ser mantidas em um só lugar, como Renly faz com sua coluna.
Não adianta ressaltar que Westeros cobre uma área enorme, porque isso simplesmente introduz novos problemas: a logística de exércitos tão grandes provavelmente está além da capacidade da maioria dos governantes europeus medievais. Mesmo os romanos - cuja capacidade logística excedia significativamente a do período medieval - raramente reuniram exércitos tão grandes quanto os de Renly ou o de Mace Tyrell e apenas por curtos períodos. Tibério (na condição de general sob o imperador Augusto) reuniu um exército de cerca de 100.000 para lidar com uma revolta em Illyricum (região que atualmente corresponde à Albânia, Bósnia, partes da Croácia e Eslovênia) - o exército foi suficiente para levar a província à fome em um único ano (o que parece ter sido, de fato, o objetivo de Tibério - suprimir a revolta negando suprimentos) e nunca se afastou dos rios (por meio dos quais poderiam chegar suprimento de regiões distantes).
O exército de Mace Tyrell teria que ter marchado pela Estrada da Rosa por cerca de 850 milhas para chegar a Porto Real. Ele provavelmente não se moveu mais rápido do que 10 milhas por dia, então esteve em marcha por 85 dias (decore esse número - nós voltaremos a ele). 80.000 homens, juntamente com animais de carga em um trem de carga bastante enxuto - eram cerca de 20 mil mulas (sim, um trem de bagagem bastante enxuto para um exército deste tamanho!) - consumiriam cerca de 189 toneladas de alimentos por dia. O exército deve ser capaz de carregar cerca de 20 dias com ele (supondo que as mulas estão puxando muitos vagões grandes e lentos) e é grande demais para se abastecer simplesmente pilhando os camponeses locais enquanto ele se move. Isso significa que os Tyrell terão que preparar estoques de alimentos em pontos-chave ao longo de toda a Roseroad. Quanta comida? Supondo que o exército parta de Highgarden totalmente suprido (isso parece improvável), seriam 12.285 toneladas . E isso sem conta a comida dos cavalos.
Nenhum rei medieval tinha acesso a esses tipos de recursos, nem ao tipo de administração que poderia obter quantidades tão grandes de suprimentos. O Império Romano poderia fazer isso - mas exigia o envolvimento de funcionários do Tesouro, magistrados locais e um sistema de suprimento pronto (que era mantido por um grande exército permanente de soldados profissionais). O que leva a:

Montagem de exército, para leigos

Lembra-se daquele número de 85 dias? Voltaremos logo a ele. Em breve. Eu prometo.
A frase que enfio na cabeça dos meus alunos sobre a estrutura dos exércitos medievais é que eles são uma comitiva de comitivas. O que quero dizer com isso é que o modo como um rei medieval forma seus exércitos é que ele tem um bando de aristocratas militares (leia-se: nobres) que lhe devem o serviço militar (eles são seus "vassalos") - sua comitiva. Quando ele vai para a guerra, o rei pede que todos os seus vassalos apareçam. Mas cada um desses vassalos também tem seu próprio bando de aristocratas militares que são seus vassalos - sua comitiva. E isso se repete, até chegar a um cavaleiro individual, que provavelmente tem um punhado de não-nobres como sua comitiva (talvez alguns de seus camponeses, ou talvez ele tenha contratado um ou dois mercenários para segui-lo).
Se você quiser ler uma visão realmente detalhada (e bastante seca) de como isso funcionou, dê uma olhada em The English Aristocracy at War (2008), de David Simpkin; ele vasculhou registros ingleses sobreviventes de cerca de 1272 a 1314 e analisa (entre outras coisas) o tamanho médio das comitivas. A comitiva média encontrada foi de cinco homens, embora senhores importantes (como os condes) pudessem ter centenas de homens em suas comitivas (que, por sua vez, eram compostas pelas comitivas de seus próprios seguidores). Assim, a comitiva do nobre é a comitiva combinado de todos os seus servires, e o exército do rei é o total combinado dos seguidores dos seguidores de todos, se isso fizer sentido. Assim: uma comitiva de comitivas.
Esse é exatamente o sistema segundo o qual o Game of Thrones afirma que seus exércitos funcionam. Os grandes senhores - pessoas como Tywin Lannister - "convocam seus estandartes" e seus bannermen - o termo Westerosi para vassalos (e presumivelmente uma versão direta do que era chamado historicamente de "cavaleiro banneret" \ou cavaleiro-abandeirado])) - a forma mais baixa de aristocrata que teria sua própria bandeira e, portanto, sua própria unidade militar) aparecem com suas próprias comitivas, exatamente como acima. E, à primeira vista, isso parece bastante medieval - foi assim que os exércitos medievais da Alta e da Baixa Idade Média eram formados (principalmente). O problema é que os exércitos em Westeros nunca parecem funcionar dentro das restrições desse sistema .
Primeiro, o óbvio: este sistema, onde os exércitos são montados com base em relacionamentos pessoais e onde as unidades menores são geralmente muito pequenas, simplesmente não têm a capacidade de aumentar de escala para sempre. Há apenas alguns seguidores com que um rei pode manter um relacionamento pessoal - e assim vai fila abaixo.
Em segundo lugar, esses seguidores não "seguiam" servindo para sempre. Eles são obrigados a um certo número de dias de serviço militar por ano. Especificamente, o número padrão - que vem do estabelecido por Guilherme, o Conquistador, para seus vassalos depois de tomar o trono inglês - era de 40 dias. O ponto principal deste sistema é que o rei dá aos seus vassalos a terra e eles lhe dão serviço militar para que ninguém tenha que pagar nada a ninguém, porque os reis medievais não têm a receita requerida para manter exércitos permanentes de longo prazo. Não é por acaso que os conflitos medievais mais destrutivos foram as guerras religiosas em que os guerreiros participantes estavam essencialmente engajados em uma "peregrinação armada" e assim poderiam permanecer no campo por mais tempo (tendo Deus um direito maior ao tempo do cavaleiro do que o rei).
Finalmente, imagine organizar os suprimentos de um exército como este. Cada unidade de comitiva tem um tamanho diferente: Lorde Tarly pode ter algumas centenas de homens, Lorde Risley, algumas dúzias, Lorde Hastwyck apareceu apenas com sua guarda doméstica de cinco e assim por diante (por dezenas e dezenas de comitivas). Você - o intendente do rei - não sabe quão grande são cada um destas comitivas, mas você deve racionar e distribuir comida para que não fique em uma posição onde uma comitiva morra de fome enquanto os outros tenha em excesso. Você também precisa coordenar o trem de bagagem de comida sobrando... mas é claro que a maioria dos vagões e animais de carga pertence a todos os senhores menores com suas pequenas comitivas. Você começa a ver o problema: suprimento centralizado - necessário para manter um grande exército alimentado - é praticamente impossível.
[Se você quiser ler sobre as dificuldades de manter um exército da Idade Moderna (com suprimento e logística um pouco mais centralizados) unido por longas distâncias, pense em ler The Army of Flanders and the Spanish Road , de Geoffrey Parker, e tenha em mente que, em seu apogeu, o exército que ele descreve (com os desafios intransponíveis de pagá-lo e supri-lo) nunca foi maior do que 90.000 homens - menor do que a coluna de Renly Baratheon - e tendia a ser, em média, um pouco menor de 60.000].

Que tipo de exército é esse?

Então, para resumir o que nós cobrimos até agora: a guerra em Westeros não é realmente muito medieval. Enquanto nos dizem que os exércitos estão organizados em linhas medievais, eles são muito grandes e as guerras que eles empreendem são muito mais destrutivas do que o normal para conflitos políticos (leia-se: não-religiosos) da Idade Média. Além disso, eles parecem não ser limitados pelas normas culturais da Idade Média (como a Paz de Deus), ou pelos limites logísticos comuns aos (mal organizados) exércitos medievais.
Há algum tempo na história européia em que esses exércitos se encaixariam melhor?
Acho que a resposta para isso é "sim" - esses exércitos não são medievais, mas da Idade Moderna em seu tamanho, capacidade e destrutividade.
Várias coisas colocam o período moderno à parte da Idade Média, mas o que mais nos interessa aqui é a capacidade do Estado. O que quero dizer com isso é a aptidão do estado (leia-se: o rei) de extrair receita e usar essa receita para fazer coisas (mobilizar forças militares, reformar a sociedade, contratar burocratas para extrair mais receita, etc.). Os reis medievais tinham uma capacidade estatal muito limitada, porque seus próprios nobres - os quais (ver acima) tinham seus próprios exércitos - trabalhavam para limitar o poder do monarca central. Em contraste, o período moderno (cerca de 1450-1789) é de crescente capacidade do Estado, à medida que os monarcas começam a centralizar agressivamente a governança de seu país.
Mudanças na natureza dos exércitos é tanto uma causa quanto um efeito disso. O poder real centralizado permitiu que exércitos maiores, mais padronizados e mais profissionais aumentassem as receitas reais fora do controle da nobreza - que eram, por sua vez, mecanismos eficientes para a supressão da nobreza e, assim, maior centralização de poder (eu deveria anotar: o conhecimento sobre os mecanismos exatos pelos quais isso acontece é volumoso e contestado - esta é apenas uma descrição geral do fenômeno; ch7 de Waging War de Wayne Lee (2016) é na verdade uma introdução bastante acessível ao leigo à história e ao debate se você quiserem).
Como já observei em outro lugar, a linguagem visual usada por Game of Thrones para todos os exércitos de Westeros, exceto para os do norte, é tirada do início do período moderno. Esses exércitos têm equipamento uniforme - supostamente fornecido por arsenais do Estado - e foram treinados e preparados para marchar e lutar em sincronia. Mesmo se dispensarmos a representação visual dos exércitos como erros da parte do show, o fato de esses exércitos poderem permanecer no campo mês após mês implica que pelo menos partes significativas dessas forças são efetivamente profissionais e pagas pelo seu serviço, em vez de terem sido formadas em um sistema de vassalagem.
O tamanho dos exércitos também aponta nessa direção. Embora a trajetória exata do crescimento do exército na início do período moderno seja um tanto contestada, o que não é contestado é que os exércitos no início do período moderno eram substancialmente maiores do que os do final da Idade Média. Dos exércitos medievais nos milhares ou nas primeiras dezenas de milhares, os exércitos das grandes potências da Europa passaram às últimas dezenas de milhares nos anos 1500 e depois ultrapassaram bastante os 100.000 em meados do século XVII. Esses exércitos geralmente não estavam concentrados em um só lugar devido a questões de logística, mas a capacidade destrutiva geral do estado aumentara várias vezes.
Assim, enquanto George RR Martin frequentemente apontava para a Guerra das Rosas (1455-1487 - portanto, ressalto, uma guerra moderna, não medieval) como inspiração histórica para Game of Thrones, a escala do conflito e o tamanho dos exércitos mais claramente evocam as guerras dos séculos XVI e XVII, como a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648). Como se pode imaginar, exércitos maiores geralmente significam maiores “danos colaterais”, então vamos ver como o período moderno se compara à Idade Média na destrutividade da guerra.
As guerras dos séculos XVI e XVII - especialmente a Guerra dos Trinta Anos - foram chocantemente destrutivas em comparação com o que acontecera antes. Parte da razão para isso foi a natureza dos conflitos: muitas dessas guerras nasceram da Reforma Protestante e foram, portanto, guerras religiosas, colocando protestantes contra os católicos. Nesse tipo de guerra - ao contrário de uma disputa política sobre um trono ou território - a população inimiga se torna alvo de violência por acreditar na coisa "errada". Na Guerra dos Trinta Anos, exércitos católicos destruíram aldeias protestantes e vice-versa, com o objetivo de mudar a composição religiosa da região pela violência.
Mas nem todos os conflitos desse período foram guerras religiosas. Apesar de que as guerras seculares nunca atingiram a carnificina da Guerra dos Trinta Anos, elas ainda eram marcadamente mais destrutivas do que as anteriores. Outra razão para isso foi a melhora dos próprios exércitos - você verá pessoas atribuindo isso à pólvora, mas os mosquetes de tiro lentos não são muito mais destrutivos do que as armas do passado. Mas um exército medieval - como já discutimos - só poderia ter um certo tamanho e só poderia permanecer no campo por um determinado tempo. Mas os novos exércitos permanentes do início do período moderno eram formados por profissionais que podem guerrear o ano todo e eram ainda maiores. Além disso, a Reforma - ao dividir o poder da Igreja - enfraqueceu as próprias normas religiosas que às vezes restringiam a violência (mesmo que fracamente) na Idade Média. A conseqüência foi exércitos mais capazes e mais dispostos a infligir danos à população em geral.
Por fim, o vultoso tamanho desses exércitos também contribuiu para maiores níveis de destrutividade de um modo diferente e inesperado: eles pelejaram contra as limitações derradeiras da logística pré-ferroviária. Enquanto os governos lutavam para pagar, alimentar e equipar esses soldados, os exércitos no campo eram forçados a se abastecerem localmente e a pagar soldados com saque capturado, às custas da população local. Sob essas condições, restringir os soldados famintos de cometer atos de extrema violência para obter comida ou saque tornou-se cada vez mais difícil, beirando o impossível. Os exércitos no campo tornaram-se forças quase elementares de destruição, evoluindo de fazer cerco e batalhar para fazer cerco e destruir a região por qual passassem.
Assim, a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648) despovoou grande parte da Alemanha moderna, matando cerca de um quarto de toda a população (mas a carnificina costumava ser muito localizada - algumas áreas estavam efetivamente intocadas, enquanto outras estavam completamente despovoadas). Nos Países Baixos, a Guerra dos Oitenta Anos (1568-1648) criou uma terra de ninguém despovoada onde os dois lados (os exércitos espanhóis e holandeses) se encontraram em um longo impasse defensivo. Os exércitos espanhóis, tendo ido muito tempo sem pagar, também saquearam Antuérpia (1576) - a sede regional do governo espanhol - para recuperar seus atrasos no pagamento por meio de saques, danificando severamente a economia local por décadas e matando milhares de habitantes.
Esse tipo de guerra - menos limitada, com exércitos maiores, mais destrutivos e mais vorazes - está muito mais perto do que vemos em Game of Thrones . Ironicamente, Joffrey sugere (S1E3) construir um exército de estilo moderno e a idéia foi descartada por Cersei . Algum pode pensar, no entanto - considerando-se que Cersei sabe pouco sobre a guerra e não é tão inteligente quanto ela pensa - se Tywin não já havia começado a usar o ouro Lannister para construir o exército de estilo moderno que ele aparentemente já possui.

Conclusões sobre o Medievalismo Militar

A situação militar em Westeros, portanto, não parece se encaixar muito bem na Idade Média européia. Os exércitos de Westerosi não parecem ser limitados a curtos períodos de serviço militar comum nos exércitos medievais, eles são muito maiores do que os exércitos medievais alguma vez foram e são significativamente mais destrutivos. Além disso - e este é um tópico que retomaremos na próxima vez - eles parecem não restringidos pelos limites sociais e religiosos à violência da Idade Média. Não devemos florear demais ​​- esses limites eram frequentemente mais honrados via de exceção do que observados (e eles não se aplicavam a todos igualmente). No entanto, o aumento acentuado da mortalidade militar no período moderno atesta o fato de que esses limites - os limites organizacionais, juntamente com os culturais - resultaram, de fato, em um nível geral de violência mais baixo.
Parece que quase qualquer discussão sobre a Idade Média começa com “este período foi extremamente violento”. E há alguma verdade nisso - comparado ao mundo moderno, os reis e senhores medievais foram muito à guerra. A guerra era uma parte normal da vida. Mas em comparação com o período moderno inicial ou mesmo com a antiguidade clássica, essas guerras costumavam ser relativamente pequenas e seu impacto era limitado. Em comparação com o período moderno (ou seja, nosso período histórico) - bem, conseguimos matar mais pessoas (num sentido absoluto) em um único espasmo horrível de violência que abalou a terra de 1937 a 1945 (cerca de 85 milhões de pessoas) do que provavelmente morreu em todas as guerras medievais europeias combinadas. Violência é relativa. Comparado com a longa paz do Império Romano (27 aC - c. 235 dC; o próprio império durou até cerca de 450 dC no Ocidente (e 1453 dC no leste), mas seus últimos séculos foram mais violentos), de fato, a Idade Média foi bastante violenta. Mas comparado ao que veio depois, a Idade Média teve mais guerra, porém menos morte (e nós nem sequer discutimos a catástrofe humana que foi a descoberta do novo mundo ...).
Isso significa que Martin "falhou" de alguma forma? Não - de modo algum. Novamente, A Song of Ice and Fire não é uma dissertação de história disfarçada, é um romance de fantasia. Martin construiu uma sociedade com suas próprias regras e sistemas e então seguiu essas regras e sistemas sociais até onde elas levam. Em vez disso, o que quero enfatizar é que - no que diz respeito a assuntos militares - os exércitos de Westeros não são muito parecidos com os exércitos da Idade Média européia, apesar das semelhanças entre cavaleiros, armas e armaduras.
Não obstante, observar a diferença entre a Idade Média e Westeros é importante porque reformula um dos temas centrais do cenário. É reconfortante pensar que a violência descontrolada em Westeros é o produto de algo - uma cultura de cavaleiros guerreiros e violência - que não temos mais. Mas o oposto é verdadeiro: a violência fora de controle, do tipo que Westeros possui, é o produto de algo que ainda temos muito: a tremenda capacidade do Estado administrativo moderno para a violência.
Nossos estados administrativos modernos podem fazer coisas maravilhosas - eles constroem estradas e escolas, fornecem cuidados de saúde (às vezes), podem cuidar dos pobres e regular os locais de trabalho. Mas eles também podem produzir quantidades espetaculares e horripilantes de violência. É essa tarefa - a violência, não as escolas ou as estradas - para as quais eles foram projetados e às quais eles permanecem mais aptos. Nós nos esquecemos disso (fingindo que tal violência pertence apenas à HBO e ao passado distante) por nossa conta e risco.
Na próxima vez, veremos como funcionam as normas culturais e religiosas na sociedade Westerosi. A Idade Média na Europa foi, em muitos aspectos, definida por fortes normas culturais e especialmente religiosas. Quanto se parece com Westeros?
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2019.04.20 09:49 AlulimOfEridu Mulher amando (Tradução: Women in Love - therationalmale.com)

Traduzido de https://therationalmale.com/2011/12/27/women-in-love/
Homens acreditam que o amor importa por si só. Mulheres amam oportunisticamente.
A citação de hoje vem do blog do Xpat Ranting. O discurso é curto, mas perspicaz:
Eu realmente, realmente espero que o mito de que garotas são perdidamente românticas seja jogado no lixo o mais rápido possível. Todo mundo precisa perceber que os homens são os "românticos fingindo ser realistas" e as mulheres, o oposto.
Eu achei isso bastante instigante - homens são românticos forçados a serem realistas, enquanto mulheres são as realistas usando romantismo para realizar seus imperativos (hipergamia). Essa é uma realidade cruel para se engolir, e se encaixa muito bem na sexta Regra de Ferro do Tomassi:

Regra de Ferro do Tomassi #6

Mulheres são completamente incapazes de amar um homem da forma como o homem espera ser amado.
Em sua simplicidade, isso diz muito sobre a condição do homem. Descreve precisamente o niilismo penetrante que o homem deve confrontar e aceitar, ou ser levado a loucura para o resto de suas vidas quando ele falhar em se reconciliar com a desilusão.
Mulheres são incapazes de amar os homens da maneira que os homens idealizam ser possível, de uma maneira que ele acha que ela deve ser capaz de amar.
Da mesma forma que mulheres não apreciam os sacrifícios que espera-se que os homens façam para facilitar os imperativos delas, elas não conseguem concretamente amar como um homem gostaria de ser amado por elas. Esse não é o estado natural das mulheres, e no momento em que ele tentar explicar seu amor idealizado, esse é o ponto em que a sua idealização se torna a obrigação dela. Nossas namoradas, esposas, filhas e mesmo mães são todas incapazes desse amor idealizado. Por mais que seria legal relaxar, confiar e ser vulnerável, sincero, racional e aberto, o grande abismo é ainda a falta de habilidade por parte das mulheres em amar os homens da forma como eles gostariam de ser amados.
Para os betas plugados, esse aspecto do "despertar" é muito difícil de se confrontar. Mesmo em face a constantes, e geralmente traumáticas, contrariações ao que um homem esperaria que fosse sua recompensa por conseguir se mostrar qualificado para o amor e intimidade da mulher, ele ainda irá se agarrar aquele ideal "Disneyesco".
É muito importante entender que esse arquétipo de amor é um artefato do nosso condicionamento feminizado mais primitivos. É muito mais saudável aceitar que ele não é possível e viver dentro desse arcabouço. Se ela estiver aí, ótimo, senão, bom... Ela não é incapaz de amar de acordo com a forma como ela define amar, ela é incapaz de amar da forma como você define. Não lhes falta capacidade de se conectar e se investir emocionalmente, lhes falta a capacidade de se conectar da forma como seria ideal para você.
O amor resultante que define o relacionamento de longo prazo de um casal é o resultado de entender essa impossibilidade e reimaginar o que deveria ser para os homens. Os homens foram e deveriam ser o gênero dominante, não por conta de algum direito divino imaginário ou prominência física, mas porque a um nível psicológico rudimentar nós temos que entender que o amor de uma mulher é condicional à nossa capacidade de sustentar esse amor apesar da hipergamia feminina. Em geral, a hipergamia vai definir quem uma mulher ama e quem ela não amará, dependendo das suas oportunidades e sua capacidade de atraí-las.
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2019.01.07 19:33 libertbutts 10 Dicas Infalíveis Para Conseguir Um Namorado Rico

10 Dicas Infalíveis Para Conseguir Um Namorado Rico


Amor Eterno!
Ninguém gosta de gente que só reclama; tenha certeza, seu esposo odeia reclamações, se for contra ele pior ainda. Vá atrás do que você quer, ao invés de aceitar que te dão por ter medo de dar a cara a tapa. Mas evite sempre discussões com homem e não seja sempre do contra, deixe sua opinião clara sem tentar passar por cima dele. Converse sobre a bíblia e veja se ela tem conhecimento e sabe como deve ser um relacionamento cristão.

Letícia serve tanto para reconquistar quanto para conquistar.. Ou Seja, são frases para você ter os homens em suas mãos! Não fique tão preocupado se parceiro ou parceira ainda olha perfil do ou da ex. Eu mesma olho, mais por curiosidade sobre familiares dele que conheci e de que gosto”, conta a Luiza.

Mais apaixonada fiquei, mas não desisto nunca tenho certeza q um dia vamos ficar juntos eu sofrendo ou não. Ele também me deu um teste para ter certeza de seu trabalho e ele me garantiu que meu marido vai voltar para mim em menos de 7 dias, quando ele terminou com seu trabalho.

Antes de tomar um passo grande como esse é preciso que a mulher crie momentos agradáveis e até mesmo situações em que faça que homem sinta feliz ao seu lado e deseje sua companhia dia após dia. Colher pela manhã uma teia de aranha ainda orvalhada, pressionando um lenço vermelho contra ela.

Passo pela mesma situação que vc. Namoro a 4 anos e 7 meses e meu namorado falava de noivarmos quando ele passasse num concurso público. Para que um homem demonstre interesse legítimo a mulher precisa estar bem consigo, afinal, ninguém consegue fazer outra pessoa feliz quando possui problemas internos.

Desde encontro com um homem até se envolver em um relacionamento de longo prazo, a arte da conquista é algo que todas as mulheres devem aprender e aplicar a cada dia. No final das contas, se a relação não tá dando certo, não é forçando pino quadrado no buraco redondo que a coisa vai funcionar.

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2018.12.13 01:05 strangemeadowlark399 Transei com meu amigo e agora não sei o que fazer

A história é meio complicada, vou tentar resumir.
Eu nunca me identifiquei como gay, todas as experiências que eu tive até o momento foram com mulheres. Eu também tenho planos de no futuro ter um relacionamento sério com uma mulher, mas enfim, no momento eu estou solteiro e tá rolando esse lance estranho que eu tô tentando entender ainda.
Tenho um amigo da faculdade, considero ele muito, a gente tinha uma certa intimidade então sempre rolava umas brincadeiras de "haaa você é viado" de agarrar por trás de surpresa, pegar na bunda e coisas do tipo, enfim, até aí é só zueira, nunca realmente pensei que ele era gay por causa disso ( quer dizer, a galera suspeitava, mas ele nunca assumiu nada pra ninguém ).
Só que faz duas semanas mais ou menos, num fds ficou só eu e ele na casa dele ( chapados pra caralho, tinha ido lá pra legalizar, tava bem tarde já ) e ele começou com esses lances aí de novo. Ele nunca tinha feito essas zueiras só com nós dois, e como a gente tava muito na erva a minha reação foi só de dar risada mesmo, nem me liguei na hora.
Só que a uma certa altura indo pra cozinha ele me agarrou de surpresa por trás e não soltou, ele sempre soltava, e deu pra sentir que ele tava bem excitado. Aí eu comecei a sentir desejo também , e pensei "cara, quer saber, vou experimentar" , então eu só deixei ele continuar tomando iniciativa e fazendo o que queria, resultado , a gente transou.
Enfim, no outro dia eu me senti estranho com a situação toda mas pensei "esquece isso, deixa pra lá" só que a gente começou a transar com bastante frequência, tipo, eu passei a ir pra casa dele só pra legalizar e transar.
Só que eu não tô de boa com essa situação toda, tipo, eu estou indo porque realmente me dá muito prazer, é bom pra caralho, mas ao mesmo tempo eu não quero isso pra mim no longo prazo, quero ter um relacionamento hétero normal. Até o momento ninguém tomou atitude de falar "ok, bora conversar sobre essa nossa situação", eu só vou na casa dele fingindo que é só pra fumar um ( até parece ), a gente acaba na cama e depois praticamente não fala mais no assunto. É um negócio meio bipolar, na cama a coisa é muito intensa mesmo, mas acabou aquilo a gente é "brother" de novo. Enfim, não sei o que fazer, estou aceitando conselhos de quem já passou por algo parecido.
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2017.09.25 21:45 botafora01 Sinto que a minha vida já está traçada

Desde já peço desculpas pela muralha e pelo throw away
OK, desde o Ensino Médio eu sofria com algo que eu imagino 90% do Reddit sofreu: não conseguia pegar sequer resfriado. Era extremamente zoado pela sala toda por isso (meus amigos até hoje dizem que eu sou o único da turma que nenhuma mulher chegou), cheguei até a apanhar por isso. Só fui perder meu BV no meu ano de calouro na faculdade e a minha virgindade quando fui num bordel. Eu ficava triste com isso, mas também estava esperançoso: afinal, era um adolescente, estava entrando na faculdade, e todos sempre me louvavam por, segundo eles, eu ser muito inteligente. A menina que eu gostava na época, e que até hoje é uma amiga (e que eu passei a maior vergonha da minha vida, ao me declarar pelo fucking MSN), vivia brincando dizendo "O nerd de hoje é o cara rico de amanhã". Boas memórias.
Chegou 2013, e eu entrei na faculdade. Não fui maravilhosamente bem no ENEM, mas consegui uma bolsa integral em Administração em uma bela universidade. Escolhi Adm por pensar que o mercado estava bom e por ser noturna, o que me permitiria trabalhar. Nesse período, perdi meu BV e fiquei com outra menina uma vez, num espaço de 9 meses. Pra mim, isso era o ápice, eu era o deus da conquista, mesmo que meus novos amigos me zoassem de "pega ninguém" do mesmo jeito. Nessa época, eu baixei o Tinder e conheci o meu primeiro namorico, vamos chamar de Ana. Ana morava a 3h30 de viagem, então era praticamente um namoro à distância. Ficamos algumas vezes, 3 meses depois começamos a namorar e, depois disso, ela passou o mês seguinte dando desculpas para eu não ir lá. Chegou fevereiro, veio o carnaval, e ela disse que estava passando mal. Foi para o hospital e detectaram leucemia. Óbvio que eu pirei, queria ir pro hospital dela de todo jeito, mas ela nunca deixava, dizia que os pais me viriam, iria arrumar encrenca, ela iria ver um momento que estivesse sozinha. Se passaram 5 meses nesse tormento, hora ela dizia que estava boa, hora dizia que estava mal, quimio e afins, até que meus amigos de sala fizeram uma intervenção comigo, mostrando que não havia nada em rede social nenhuma dela a respeito de câncer, mostrando que ela estava postando normalmente sobre coisas cotidianas e que era a maior retardadice do mundo eu não ter ido nenhuma vez ver ela. Eu fiquei meio balançado, até porque meus pais concordavam com este ponto de vista, mas fiquei meio irregular com ela. Pouco mais de um mês depois disso, ela disse que tinha tido alta, tinha encontrado um ex, tinha ficado com ele e queria terminar. Não lamentei muito, até porque isso ocorreu em um espaço de uma semana, no máximo. Terminei e, desde então, ouvi dela duas vezes na vida. Passou.
Vale mencionar que, nesse meio tempo, a minha vida em casa havia melhorado demais: durante meu período de Ensino Médio, minha adolescência se resumia a passar finais de semana com minha mãe em bares, vendo ela entrar quase em coma alcoolico com as amigas e outros finais de semana na casa do meu pai, vendo ele ficar bêbado e chorar no meu ombro sobre ele ser um fracassado que não conseguiu sequer manter um casamento. Quando eu terminei, minha mãe já estava mais centrada (como está agora), saindo ocasionalmente e socialmente, e meu pai parou de beber após enfartar e voltou a ser o cara extremamente trabalhador que eu sempre admirei. No fim do meu primeiro ano de faculdade, eu passei a estagiar em um instituto federal. Ao mesmo tempo do término que eu disse acima, eu fui chamado para um concurso temporário, em outro órgão público, bem mais perto de casa.
Poucos meses após eu terminar com a Ana, entrou em cena a pessoa que eu, de fato, considero como a única que eu namorei. Vamos chamar ela aqui de Beatriz. Beatriz me chamou no Facebook, para brincar sobre uma postagem que eu havia feito (já havíamos tido pequeno contato ainda no colégio), e daí começamos a conversar. Dois meses depois, ficamos e, 5 meses depois, começamos a namorar. Ela perdeu a virgindade comigo e, na prática, eu também perdi com ela (transei com prostitutas umas 4 vezes antes. Fiz exames, por precaução, e não deram nenhum reagente). Eu aprendi demais a me aceitar com ela, nós tínhamos a mesma personalidade, ela era a primeira pessoa que não só não me julgava por meus interesses, como me incentivava a seguir eles. Não me cobrava nada, eu não cobrava nada dela, mas conversávamos de forma quase ininterrupta das 7 até meia noite. Com ela, no entanto, eu descobri algo que já havia visto antes nos bordeis: não sei o que me causa, mas com certeza eu tenho ejaculação precoce. Fui em um urologista, que me disse que era algo psicológico, que eu só precisava "me desligar". Tentei os exercícios que o próprio Reddit indica, mas nunca funcionava. Usei camisinha anestésica 2 vezes: uma vez foi uma maravilha, na outra estourou e eu traumatizei. Sempre me sentia extremamente culpado e furioso comigo mesmo após cada fim de penetração, mas o que atenuava era a presença dela, que sempre me dizia que não ligava, que eu conseguia deixar ela no céu somente com as preliminares, que não ligaria de passar por isso por não sei quanto tempo. Tudo que eu me julgava errado, ela me mostrava que não ligava. Eu me sentia num porto seguro com ela, e isso me impulsionava na faculdade: eu imaginava que iria me formar em um emprego na iniciativa privada, sem "data de validade" como meu emprego temporário, e que, 1 ou 2 anos após isso, estaria casado com ela. O único motivo de discussão que tínhamos era que ela tinha total ojeriza de tornar público: não podia postar nada com ela no Facebook, não podia atualizar status de relacionamento, não podia ir conhecer os pais dela, que "iriam proibir completamente". Mesmo os amigos eu só vi 2 vezes (uma outra vez eu não pude ir por motivos profissionais). Eu sempre entendi que isso era um receio dela, então, mesmo um pouco frustrado, eu aceitava. No que eu terminei minha monografia, estava preocupado com a questão do mercado, mas nada demais. Até que veio o dezembro, 1 ano e 4 meses após começarmos a ficar.
Eu estava na faculdade, pegando os convites de formatura, quando ela mandou o tradicional "precisamos conversar". Resolvemos por texto mesmo: ela disse que gostava de outra pessoa, e que se sentia culpada namorando comigo com interesse em outro. Aceitei, triste, e demos um tempo. 2 dias depois, um amigo me manda uma foto no perfil de um rapaz, que era o mesmo que ela gostava: ambos deitados, ela de top e ele sem camisa, e uma descrição bem...insinuante. Óbvio que eu pirei, liguei para ela, tivemos uma baita discussão, mas, depois disso, esfriou. Acabamos nos vendo, e ficando de novo. Ela terminou com o rapaz, mas ainda jurava de pés juntos que aquela foto era uma coincidência, que ela não havia me traído, que jamais faria isso, que era íntegra. E ficamos uns bons 3 meses indo e voltando até que, em abril, ela me mandou um testamento contando tudo: numa segunda, ela estava na casa de uma amiga, com este rapaz e o cara que a amiga estava pegando. A amiga e o peguete dela começaram a dar uns amassos no local e, segundo ela, ela não conseguiu "resistir" e montou no cara. Uma traição espetacular, que até hoje eu uso como humor auto depreciativo. Fiquei em choque por um tempo, mas, contra os conselhos de todos, perdoei ela e voltamos a namorar. Mas não era a mesma coisa. Ainda era maravilhoso por um aspecto, mas, por outro, ela estava insegura com o relacionamento (dizia que se sentia culpada por ter "estragado tudo por um impulso") e eu estava inseguro com tudo, precisava de validação dela pra tudo, principalmente no que tangia sexo. Eu já era inseguro sexualmente antes, agora era 3x mais, então eu basicamente a induzi a me contar toda a experiência sexual dela com ele, até eu me sentir menos perdedor. No entanto, eu estava começando a me recuperar em junho, estava me reencontrando, entendendo que estava apertando ela desnecessariamente (uma amiga teve essa conversa esclarecedora comigo). Então, tanto como solidificação como um pedido de desculpas, eu planejei uma viagem para nós, no dia que ficamos pela primeira vez, que cairia num sábado. Disse para ela os planos, ela ficou elétrica, empolgada, começou a me mandar links do local, brincar com meus planejamentos e afins...e, na semana seguinte, pediu para terminar. Disse que nunca esteve certa sobre nós termos voltado, que ela ainda me amava, que ainda sentia tesão comigo, mas que não se sentia pronta para um relacionamento sério, e "não queria me magoar". Aceitei, até mantive o contato, pq, nesse meio tempo, ela virou a minha melhor amiga. Mas o mesmo amigo da vez anterior me mandou um print de uma conversa dela com a irmã dele, dizendo que tinha terminado por estar afim de outro cara, e eu reconheci o sujeito: era um cara que ela falava horrores bem dele, "ah, fulano fez isso, fulano fez aquilo, me ajudou com x, um cara foda, faz não sei o que". Não sei se ela me traiu, mas tal conversa era de 1 dia e meio após termos terminado, e ela já havia ficado com tal cara. Não sei se ela me traiu de novo, mas a confrontei (não falei do meu amigo, obviamente, disse que a vi na rua) e ela manteve que não me traiu, mas que, dessa vez, poderia ficar com quem quisesse pq "fez a coisa certa". Eu disse que não conseguiria conversar com ela enquanto ainda tivesse sentimentos, ela disse que entendia, mas que queria saber de mim, que eu ainda era "o melhor amigo" dela.
Isso faz um mês e meio. Eu não consigo deixar de me sentir mal. Eu podia ter feito tanta coisa melhor, mas não fiz. Ela me traiu, possivelmente duas vezes, e tudo que eu consigo fazer é me culpar. Eu só não a chamei ainda pq imagino ela ficando com esse cara, que é melhor que eu em tudo: mais bonito, com uma barba farta de lenhador, com uma carreira já estabelecida, carro na garagem, mora sozinho e afins. O que me leva ao lado profissional: a sala da faculdade se reuniu para um churrasco há 3 semanas, estávamos conversando sobre empregos e eu concluí algo: apesar de que eu (e eu sei quão arrogante isso soa) ter feito que metade da sala ganhasse um diploma, eu sou o único dali sem um emprego minimamente fixo e tenho um salário que é o menor de todos, com vantagem. Todos falam que eu vou ganhar 3k, 4k logo, mas eu já cansei de tomar portadas de empresas. Gasto com passagem, gastei com um terno novo, gravata, e tudo que eu consegui foram muito obrigados, mas uma parcela da minha sala que literalmente não consegue entender que 50% e 0,5 são a mesma coisa (eu tive que ensinar manualmente regra de 3 simples e cálculo com números decimais quando estudamos Matemática Financeira) estão em empregos bons na iniciativa privada, comprando casas e carros. E, de todos ali, só uma me arrumou entrevista na empresa dela (que eu não consegui, principalmente por dita empresa estar num processo de fusão). Quatro conversam ocasionalmente, e o resto só entra em contato pedindo para que eu faça para eles provas de inglês de processos seletivos ou provas da faculdade (para os que ainda não se formaram).
Eu estou fazendo Contabilidade agora, vendo se consigo recomeçar, mas estou extremamente desiludido. Não sei o meu problema, mas o que eu imaginava quando entrei na faculdade não aconteceu. Eu sou um total fracassado no mercado de trabalho, e dificilmente vou conquistar algo além de pular de trabalho em trabalho de escritório, para tirar 2 salários e soltar rojão de alegria por não estar desempregado. Na verdade, eu já imaginava algo nessa linha desde o último semestre, mas, além da esperança mínima, eu carregava que iria ter uma família. Alguém me aceitava, alguém me amava. Hoje, eu vejo que nem isso. Nesse mês e meio pós-término, eu percebi como meu stock está horrorosamente baixo. Ouvi diretamente de uma estranha (no Tinder, vale dizer) como eu sou "feio, com cabelo estranho e roupas deprimentes". A maior parte dos meus amigos disse que eu vou achar alguém, mas só uma amiga me apresentou para alguém (Spoiler: eu quis levar pra amizade pq esta pessoa demonstrou 0 interesse romântico em mim, mas temos muitas afinidades de gostos. Não quero que alguém legal se perca só por não querer abrir as pernas pra mim em qualquer futuro).
Então, qual a conclusão? Para relacionamentos, eu sou a tempestade perfeita: meus gostos não são nada pop, meu estilo de roupa desagrada geral, minha voz é deprimente, eu sou lerdo, distraído, amo entrar em rants gigantes quando me empolgo (vide este texto) e, mesmo que alguma garota um dia resolva passar por isso tudo, o prêmio dela será ter de viver com sexo oral recheado por 30s de penetração, num dia bom. Nenhuma mulher no mundo quer se relacionar com um homem que precise fazê-la ter um orgasmo com masturbação pq não aguenta chegar a 1min de penetração. Ou seja, eu até posso tropeçar em alguma peguete (sim, essa é a palavra, tropeçar. Um incidente do acaso, como foi com a minha ex), mas nenhuma jamais chegará a ser de longo prazo. Dificilmente eu terei uma família. E, sem uma família, não há nada para contrabalancear o fato de que eu sou um fiasco profissional. O "menino gênio" do colégio, o "cara que vai ganhar 7000 daqui 3 anos" da faculdade nada mais era que uma pessoa com um par de neurônios no meio de um grupo de pessoas com bases educacionais mais fracas que a minha e, principalmente, sem interesse algum em estudar. Numa sala focada, eu teria de me esforçar para estar no meio do pelotão. Eu sou mediano intelectualmente e, profissionalmente, sou um lixo que não conseguiu fazer networking na faculdade e, hoje, irá ter de viver de escritório em escritório, sem nenhum breakthrough.
Minha vida parece estar desenhada para ser a definição de um fiasco, de um total e completo desperdício de oxigênio. Mas eu tenho uma missão: cuidar dos meus pais. Ambos dependem demais de mim psicologicamente, ambos me amam mais do que qualquer outra coisa. Sem a minha presença aqui, a vida dos dois colapsaria. Sinto que eu só vim ao mundo para ser o pilar da vida de ambos. Então, eu tenho que ir empurrando a minha vida enquanto ambos estão vivos, tentando ao máximo não embaraçar eles mais. Decidi que vou viver a vida no limite nesse meio tempo: finalmente comecei a fazer academia (minha postura sempre foi torta e, nos últimos 2 meses, eu ganhei peso. Quero eliminar essa pança antes que ela vire um problema), fui ao Maracanã mês passado ver a ida da Copa do Brasil (sou de MG), devo receber uma indenização boa quando sair daqui e estou planejando um mês de curso de inglês na Europa (meu inglês é bom, mas não é perfeito e isso sempre me incomodou horrores, sem falar que conhecer a Europa é O sonho que eu tenho de vida). Será o meu maior highlight, e a única loucura que eu me permiti fazer. Quando voltar, vou fazer o que gosto e, mais importante, vou cuidar dos meus pais, de tudo que eles precisarem de mim.
Não sei o que o futuro reserva pra mim, mas, pensando com lógica, eu devo chegar nos meus 35/40 anos quando ambos meus pais falecerem. Quando isso acontecer, serei um solteiro entrando na meia idade, possivelmente com pouca experiência sexual que não envolva garotas de programa, num emprego pouco satisfatório e sem nenhum amor que tenha sido recíproco e que não acabe na mulher se cansando de um cara patético e percebendo que praticamente qualquer coisa é melhor que eu. Será covardia, alguns sentirão tristeza, mas será temporário, todos irão superar, e haverá um pouco mais de oxigênio no mundo.
A minha mente ainda tenta, em alguns momentos, achar alguns cenários de ilusão, de que algum milagre irá acontecer, mas não irá. Eu sei que não. Profissionalmente eu fracassei. Academicamente eu fracassei. E, amorosamente, eu também fracassei. Vi que não basta achar alguém que aguente a minha personalidade, ela não irá suportar alguém que trata preliminares como Evento Principal, e eu irei morrer com esta condição.
Por mais paradoxal que seja, pensando assim eu estou aprendendo a abraçar o que eu gosto. Eu gosto de ler. Eu gosto de sair para comer e voltar para casa. Eu gosto de esportes. Eu gosto de escrever. Eu gosto de viajar. Não vou mudar o que eu gosto pelos outros, até porque será inútil, resolver um sintoma não cura a doença, e não há remédios o bastante para curar todos os sintomas dessa doença chamada eu. Fico feliz pelos meus pais existirem, pq, se não fosse por eles, eu teria sido um fiasco absoluto em vida. Fico feliz pelo meu último namoro, pq eu nunca me senti mais feliz do que numa tarde de sábado, quando ela disse "te amo" pouco antes de cochilar no meu peito. Eu fui feliz com o amor, e, por causa dela, eu aprendi que todo relacionamento que eu entrar, obrigatoriamente, terá um fim unilateral. Eu vou ser feliz com meus outros desejos, concluir meus hobbies, fazer o que eu gosto, e cuidar de quem me ama incondicionalmente, até o fim deles. Dali, serei eu que terei meu livramento.
Eu precisava contar isso pra alguém, mas não quero que tratem isso como um pedido de ajuda, pq não é. Meu real objetivo de vida sempre foi ter uma família minha, ter um filho em uma casa estruturada e passar meu conhecimento adiante. Eu já sei que, por questões psicológicas e físicas, isso jamais acontecerá. Quando meus pais se forem, eu literalmente não terei mais o que fazer aqui e, se tudo der certo, eu terei realizado ao menos uma parcela boa dos meus outros sonhos. Eu estou tranquilo quanto a isso. Talvez ainda sinta, de novo, a dor de ver alguém me trocando por outra pessoa melhor, mas agora eu sei que isso acontecerá. Doerá menos, eu espero. E, se nem isso eu conseguir, bem...dois salários por mês dá para pagar por sexo.
De novo, desculpem pelo texto gigante.
tl;dr: Todos confiavam em mim, todos achavam que meu futuro seria brilhante. Meu futuro será medíocre, patético e, ao menos, tem uma data para acabar
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